Doceira Neohippie (by Barrozo)

Combinei com alguns amigos de sair à caça pela cidade… Saímos com o objetivo de chegar em algum local onde encontrássemos várias mulheres lindas, ricas, inteligentes e carentes, mas não sabíamos onde ir… A gente tomou uma num bar para aquecer e conversar besteira, quando percebemos já estava ficando tarde, 1 hora da manhã aproximadamente, tentamos tudo que era pub, boate e baladas que tivesse mulher na cidade, mas tava impossível entrar naquele horário, então fomos a um barzinho alternativo, estilo o antigo Garagem (no Recife), mas sem estar caindo aos pedaços. Chegando lá, haviam três mulheres no bar… E só! As três estavam juntas na mesma mesa. Um dos meus amigos chegou na mesa delas e levou um fora – se fudeu!

Certa hora, fui ao banheiro e estava rolando uma confusão com o dono do bar porque haviam homens entrando no banheiro feminino devido à cheiração de pó no WC masculino, o dono do bar argumentava dizendo: – Minha mãe usa esse banheiro, véééío. Nessa hora percebi que estavas bebo, pois comecei a achar a situação normal! Uma das meninas estava presente e iniciou-se um empurra empurra, deixa disso e tudo mais num cubículo minúsculo, aproveitei para me aproximar dela. Quando a confusão acabou a menina ia entrando no banheiro masculino e eu a puxei pro feminino e disse: – O seu o banheiro é esse aqui! – nos trancamos lá e tasquei um beijo nela e ela pediu pra eu passar na mesa dela depois!

Chegando na minha mesa os caras já estavam querendo ir pra casa, então informei-os que havia me dado de bem e ia ficar um pouco na mesa da menina pra saber qualé a da noite. Durante o papo sobre quem somos, da onde viemos e o que fazemos, ela me informou que já estudou muitas coisas (letras, artes cênicas, moda, cinema e outros), mas não terminou nada e hoje está no ramo dos “doces”. Antes que eu pensasse no tráfico de drogas ela me falou que fazia trufinhas e guloseimas de chocolate para a própria sobrevivência. Já que eu tinha ficado com ela mesmo (as outras 2 eram melhores), soltei toda minha carga de conhecimento em cultura inútil, “viagens psicossociais”, “a influência do mangue beat na formulação da estética da garrafa da skol beats” e essas merdas todas que fizeram ela me dizer: – Hoje tu vai dormir lá em casa!

Cheguei na casa dela já amanhecendo e tinha que trabalhar às 11:00 horas, só pensei em duas coisas: foder e ir embora – antes disso vale à pena falar sobre a casa dela: era uma mansão de 3 andares num dos bairros mais nobres daqui, gigante mesmo! Sendo que morava ela, a irmã e a mãe, todas com filhos. O 2o andar era o espaço reservado a ela e seus dois filhos, que não estavam no local. A casa tinha chocolate por tudo que era lado, uma melecagem felomenal! Triciclos jogados no chão e notei uns poemas na parede, percebendo minha atenção ela já veio querendo prolongar o assunto: – Ah, eu faço poemas também… – eu respondi cortando: – Não curto poemas! – imagina uma decoração neohippie caótica; e melada de chocolate! Um nojo!

Puxei pra cama e na hora de tirar a camisa ela hesitou, disse que tinha amamentado e não curtia os peitos, preferia foder de camisa, então comecei a imaginar que os peitos dela eram realmente feios e isso já baixou um pouco meu moral, bola pra frente, vamos lá… Até que tirei a calcinha e vi uma cena de filme pornô japonês.

Vocês conhecem aquele pornô japa que a mulher tem pentelho que vai desde a aba superior da buceta até a aba posterior do cú? Pronto, assim era ela! Brochei! Brochei mesmo, paumolecência e ela quando se deu conta disso começou a chorar! Chorou, chorou, chorou… E me perguntou o que foi que aconteceu. Eu já puto com a situação, disse que a culpa era dela mesmo porque não tirou a camisa, então ela chorou mais e eu fui tomar um banho pra ir embora. Saí do banho e ela estava mais calma, então sem muita conversa e já preparado pra o que estava me esperando, puxei a espada de São Jorge e fiz o serviço naquele dragão.

Mais do que nunca, eu queria ir embora, era uma questão de vida ou morte, já eram umas 9 da manhã e estava na minha hora, só que a louca escondeu a chave e não queria me deixar ir embora. Eu disse: -EU TENHO QUE TRABALHAR PORRA!!! – ela começou a chorar novamente dizendo que sempre que aparecia um cara na vida dela e que rolava uma afinidade nas auras e a sinergia dos cosmos se batiam em alfa na casa de leão em contrapartida ao horóscopo de aquários e blablablabla (ela realmente falava esse tipo de coisa!), ele sumia para sempre. Fiquei ouvindo essa merda até umas 10:30, eu querendo achar uma saída de emergência na casa dela e ela querendo amor e carinho. Até que quando ela me liberou, começou a chorar mais uma vez porque a gente não ia se falar mais. Fui honesto e disse: -Não é bem assim, anota meu numero! – fui falando calmamente o numero certo até que minha consciência gritou: -NÃO!!! NÃO!!! É uma cilada!!! – e então, pra não ser tãããão safado com ela, só dei um número errado, o último!

Dedico esse texto à um amigo, que mora longe…

Love me two times

by Jimbow

A vida é extremamente complexa. Já abordei este tema em outro post, enaltecendo que a quantidade de variáveis incontroláveis é muito maior do que as que conseguimos controlar.

Quando acontece uma fatalidade a tal das variáveis recebem uma assinatura e um carimbo do cartório atestando que, de fato, elas estão presentes no nosso dia a dia mais do que nunca.

Nós, seres humanos, negamos a real possibilidade de que algo ruim aconteça conosco. Todos nós somos essencialmente iguais neste aspecto. O que muda com o tempo é que ficamos mais medrosos e cautelosos, a maturidade nos ensina que tomar um tombo pode realmente machucar.

A experiência com a proximidade da morte, seja ela existencial ou com um grande amigo, muda completamente a forma de encarar a vida. É nessa fase que nasce uma pessoa muito diferente daquela que conhecemos.

“Too fast to live, too young to die..”

Pouco percebemos que o nosso bem maior, por mais problemas que tenhamos, é a saúde. A falta dela é de uma angústia e transtorno que vão além da minha real compreensão e qualquer outro assunto se torna pequeno diante desta perspectiva.

Pergunto sempre: como administrar os riscos, viver a felicidade no curto prazo sem deixar de considerar, REALMENTE, o futuro? Complexo. Continuo negando na minha cabeça que algo de ruim pode acontecer e vou me arriscando, faz parte da minha natureza. Acho que é por isso que os homens têm uma expectativa de vida menor do que as mulheres.

Se eu tivesse sentado numa cadeira de balanço numa conversa franca com quem lê este post eu diria que se arrisquem moderadamente, vivam seus amores, dancem, divirtam-se e principalmente, não existe situação que não possa ser piorada. Levar a vida no positivismo, por mais niilista que eu, Nietzsche e um monte de chatos por aí presumem ser, é muito mais inebriante do ficar resmungando pelos cantos.

Faça o que eu falo não faça o que eu faço: tomara que o preço disso tudo saia barato e seja possível pagar a vista. Portanto, faça amor comigo duas vezes hoje porque eu poderei ir e nunca mais voltar.

Estatísticas..

by Jimbow

Quarto de hotel, entediado, reunião amanhã as 09 da matina numa cidade a mais de 120km de distância realmente, não posso reclamar da vida – pelo menos eu não comi uma mulher careca!!!!  Depois de ler os “causos” mais recentes do Barrozo resolvi fazer um texto a mão livre, como diriam os tatuadores.

Existem dois tipos de mentira: as tradicionais e as estatísticas (além das do Barrozo!). Sim, estatística é uma grande mentira “calculada” por um monte de analistas cheio de planilhas excel rodando macros complexas que analisam uma base de informações controversas em um porão cheio de traças.

Todo ser humano entra em uma aeronave e pensa: avião é o meio de transporte mais seguro que existe. Por que? Porque estatisticamente está provado isso.  Nada impede que o avião se espatife no chão e você morra estraçalhado.

Dengue é uma doença comum, porém, na fase hemorrágica, que é mais grave, apenas 3% dos doentes morrem. O camarada que contrai dengue hemorrágica fica tranqüilo porque, estatisticamente, só 3% morrem, o resto fica bom. Como se isso impedisse de você fazer parte desse grupo.

Posso ficar aqui citando inúmeros exemplos estatísticos que provam que isso é uma grande balela e que, na verdade, o lance não é se apoiar nas estatísticas e sim fugir delas! O importante é NÃO virar uma estatística!

Fico impressionado também quando leio textos por ai que disparam sempre alguns números mirabolantes. Pergunto-me sempre se são verdade, digo, se foram de fato pesquisados ou inventados.

Anyway, segue abaixo algumas estatísticas:

1)      34% dos leitores imaginaram o porão do segundo parágrafo. (era empoeirado e tinha homens de óculos sentados atrás dos computadores?)

2)      82% das pessoas começam a escovar os dentes pelos de baixo (arcada inferior).

3)      76% comem primeiro as bordas de um sanduíche deixando sempre o centro, mais recheado, para o final.

4)      49% das pessoas lambem a colher depois de mexer o café.

5)      57% de todos os brasileiros já fizeram aquela “piadinha”: “Ei.. ei.. teu nome é ei!?” Ou então: “Se você já deu a bundinha dê uma risadinha”

6)      13% dos bastardos que existem nesse mundo já deixaram aberta a bisnaga de catchup da lanchonete, de modo que o próximo consumidor ao tentar servir o próprio sanduíche acaba por estragá-lo. (malditos escrotos)

7)      70% dos que se ferraram no item 6 deixaram não só a bisnaga aberta para ferrar o próximo, como também o paliteiro e o saleiro. (malfeito só gera mais malfeito)

8)      79% das pessoas estão lendo este durante o horário de trabalho.

9)      99% das pessoas olham para a própria merda antes de dar descarga. (por que será?)

10)   99% dos homens sentem tesão naquelas aeromoças pele de anjo, cara de devassa, vestidinhas em saias justas, infelizmente longas, que sempre sorriem para você.

Gostou? Inventei tudinho.  Pode reproduzir que vai virar verdade.

O que você não suporta numa mulher? (By Barrozo)

Estava bebendo uma gelada quando uma amiga me faz a seguinte pergunta:
- O que você não suporta numa mulher?
- Eu? – tentando tomar tempo para arranjar uma boa resposta.
- Claro, estamos apenas eu e você aqui na mesa!
- E o que você não suporta numa mulher? – de fato eu precisava de mais tempo pra pensar!
- Não enrola! Fala logo, Barrozo!
Neste momento eu gostaria muito dizer que suporto pouquíssimas coisas, e realmente eu não suporto quase nada, pra que? Sou jovem e ainda não conheci ninguém que me faça ter que suportar algo, então qualquer detalhe fora do ideal me faz pular fora do barco mal navegado!
- Ok, eu já sei! Eu já tive namorada gostosa, feia, alegre, simpática, antipática, falsa, emotiva, fria, gordinha, burra, e de outras muitas variedades, mas eu não suporto BAFO. Mulher com bafo é foda! – risos e mais risos!
Ela sem parar de rir tenta saber mais do assunto – Como assim? Me conta!

Sabe quando você está naquela fase onde começa a ganhar seu próprio dinheiro e a realidade fica um pouco distorcida? Não que você tenha dinheiro pra comprar a boate inteira, ou imagine que tenha! Mas você já possui renda mensal suficiente para poder comprar uma garrafinha de uísque na balada, e pode até ser 12 anos, se você economizar no restante do mês! E o poder do dinheiro faz você imaginar que poderia até contratar uma namorada ou adquirir outros bens até então inalcançáveis.

Eu estava nessa fase quando vi Lorena pela primeira vez. Ela era loira dos fios quase brancos, sua pele mais branca ainda, alta, magra, parecia uma modelo, seios fartos e roupas provocantes. Eu estava na fila da balada quando ela passou por mim em direção à entrada VIP. Neste primeiro instante eu tive a impressão de que ela era uma destas burguesinhas, filha de algum ricão da cidade. Dentro da balada, para minha surpresa, ela estava acompanhando um playboy conhecido meu. Por se tratar daquele cara, eu imaginei que ela deveria ser uma puta paga! E eu deveria fazer o mesmo… Ou não!

O tempo passou, comecei a encontrá-la mais vezes, descobri que ela não trabalhava fazendo programas, não era uma filha de ricão, era apenas uma bonitinha que curtia a vida social e as baladas. Fui chegando, e conhecendo, e chegando, até que fiquei com ela e descobri que ela era virgem. Infelizmente, aquele corpinho bonitinho escondia um mau hálito dos infernos! Era um fedor fora do comum que dava a impressão de que algo estava errado dentro dela. Mas eu tinha meus objetivos, eu queria muito ajudar aquela linda garota, a se livrar do seu hímen, então eu teria que suportar aquele bafo!

Eu evitava beijá-la, estava sempre incentivando-a a escovar os dentes, logo após o almoço eu dizia – Ló, vou escovar os dentes, vamos? – recordo de um dia que após uma longa exposição aquele fedor eu fiquei com dor de cabeça! Eu já não estava mais suportando, apesar do cabaçinho está cada vez mais próximo de voar fora! Eu já não sabia mais o que fazer, eu precisava atingir meu objetivo, mas estava muito perto de desistir! Uma finíssima linha separava o sucesso do fracasso.

Uma noite consegui finalmente trazê-la para minha casa, começamos a nos pegar, eu estava suportando bem o fedor, fizemos a primeira tentativa e o negócio não entrou, ela tinha o famoso cabaço de aço – o impenetrável! Fizemos uma pausa antes de tentar novamente e nesta pausa ela começou com uns papos de ciúmes, e reclamando de certas atitudes minhas. E falava muito perto de mim! Acho que todo aquele mau cheiro e mais o agravante de ter o ego ofendido sem muita razão com aquele papo sem noção, foram suficientes para me enlouquecer. Estourei! Mandei ela se vestir e ir embora e brigamos feio! Nunca mais vi a coitada pessoalmente, graças a deus!

Casualidades da vida. (By Barrozo)

Ok, sexo casual não é bom! Sexo é sempre bom, o casual só é menos bom. Quando você faz com alguém que não conhece ou alguém que não te interesse, normalmente você não tem o mesmo tesão de quando já conhece e pretende – previamente – transar com ela. Uma boa noite de sexo envolve todos os sentidos inclusive a imaginação. Não estou falando de criatividade, você pode ser criativo enquanto transa com uma estranha, falo da imagem que você possui de uma pessoa antes de comê-la. É muito melhor quando você finalmente consegue transar com aquela certinha a qual você já investe há um tempo, ou quando você transa com aquela safada que algum amigo comentou e você sempre quis experimentar. Comer alguém sem conhecer é como experimentar um prato exótico, se a aparência não for boa você pensa duas vezes antes de colocar a boca e você só saberá se gostou depois que de fato tiver experimentado.

Para mim, a melhor parte do sexo casual é depois do serviço feito, olhar pra cima e agradecer aos céus por deixar cair certas figuras bem no meu caminho e me proporcionar experiências diferentes do normal é muito mais gratificante do que o simples prazer carnal.

Há poucos dias, num dos vários feriadões que ocorrem no Brasil, fui obrigado a viajar à trabalho para o interior; eu já havia visitado aquela cidade diversas vezes, porém nunca tive coragem de sair do hotel para visitar algo que não fosse o meu escritório. Neste dia, por ser um feriado, resolvi que deveria ir até o bar mais próximo tomar uma cerveja solitariamente e digitar bobagens no twitter. Tudo ocorria dentro do previsto quando uma garota sentou ao meu lado no balcão e perguntou o que eu estava fazendo há tanto tempo no celular, pensei em falar de smartphones – desisti! Conversamos sobre a vida, o universo e tudo mais, e após várias garrafas de cerveja fora do previsto, resolvi voltar ao hotel levando uma nova hóspede. Já estava amanhecendo quando deixei a garota em casa, anotei seu telefone o qual obviamente nunca liguei. O sexo inesperado foi legal, mas ela não era o meu tipo, nem despertou nenhum interesse maior do que mais uma história pra contar.

Em outra ocasião, após uma sexta-feira de muito trabalho, estava voltando pra casa morrendo de vontade de fumar, porém sem nenhum isqueiro no carro fui obrigado a parar num posto de gasolina e avistei duas garotas fumando, uma delas era uma grande amiga que não encontrava há muito tempo, a outra apenas uma desconhecida. Conversa boa, cerveja e cigarro foram os ingredientes para que minha breve pausa no posto se tornasse numa noite de farra! Por fim, fui convidado para continuar aquele encontro casual na casa da desconhecida. Neguei, estava louco pra dormir desacompanhado na minha nobre cama, mas elas insistiram até me sentir obrigado a ir. Eu estava puto, querendo ir embora, quando a desconhecida se jogou em mim e a nossa amiga resolveu ir dormir. Os pais da desconhecida estavam em casa e a gente teve que ir sorrateiramente para um quarto de hospedes, onde ela resolveu NÃO me dar! Quanto mais ela se esfregava em mim e negava os finalmentes mais eu desejava estar desacompanhado em minha cama. Até o momento em que ela me concedeu um relaxamento oral. Satisfeito, eu só pensava em ir embora e ela insistia pra eu ficar mais! Eu estava quase fugindo quando ela – sem nenhum motivo aparente, visto que minha única atitude naquele momento era dizer que queria ir pra casa – baixou a calça e ficou convidativamente de quatro! Eu juro que ainda pensei em aproveitar que ela estava de costas e finalmente fugir, mas tive que fazer meu papel de macho!
Após a segunda rodada de “leite”, consegui convencê-la de que estava na minha hora de ir. Essa noite foi uma merda, o prato não era dos mais atraentes, mas afinal, quem é que já parou num posto de gasolina para acender um cigarro as dez da noite e acabou chegando em casa no outro dia de manhã após uma noite de sexo?

Só tenho que agradecer muito por estas casualidades!

Tudo pode acontecer em São Paulo.

Quem estava acompanhando o Barrozo no Twitter ficou ciente da minha viagem para São Paulo. Visitar a terra da garoa a lazer é algo muito raro, afinal, São Paulo não me apetece e está longe de ser um lugar com mulheres que atendam estas exigências: bonitas, alegres, ricas, inteligentes, simpáticas e com vontade de me dar – as paulistas normalmente pecam neste último – e mais importante – requisito da minha lista. A única coisa que me fascina em Sampa é a grande variedade de pessoas e por isso noto que coisas estranhas acontecem, sempre!

No sábado passado fui com alguns amigos para o The Joy, na mesa ao lado havia um casal de namorados e uma garota solteira, ela era nota 5,0, não passava por média, mas aprovava na prova final. Num certo momento ela se levantou para ir provavelmente ao banheiro e o casal começou a se beijar freneticamente, quando a garota retornou, percebeu que estava incomodando o casal e foi ai que chamei para sentar na nossa mesa. Advogada, desenhava por hobby, pintava e sonhava em ser designer, eu já sabia o suficiente para começar com os assuntos mais íntimos.

Ela já estava um pouco bêbada e afim de levar uma rolada, fato comprovado quando ela começou a alisar a perna do meu amigo, ao seu lado. Fui com este amigo até o banheiro e combinamos um plano maquiavélico. Voltando na mesa ela começou a alisar a minha perna, quase tocando nos meus bagos! Era o que faltava para executarmos o plano. Disse no ouvido dela que poderíamos ir para um lugar melhor e quando levantamos chamei o brother pra ir junto. No caminho até o apartamento em que estávamos hospedados, compramos mais algumas cervejas para animar a festinha.

Chegando em casa, meu amigo sentou com ela no sofá e começou o sarro! Eu fui até o quarto catar umas camisinhas. Só em São Paulo para uma mulher aceitar ir com dois caras pra um apartamento desconhecido e dar para os dois! Assim que voltei com mais camisinhas, o meu companheiro da aventura já estava terminando o serviço, entrei de imediato em ação sem deixar a advogada suspirar. Ela estava muito louca e excitada, confesso que eu não estava gostando muito da situação – aquela mulher era estranha, porém muito mais do que eu poderia imaginar.

E quando ela parecia que ia explodir de tesão, ela olhou para mim e perguntou – Deixa eu te mostrar uma coisa que me dá muito tesão? – afirmei com a cabeça e então a coisa mais estranha da minha vida aconteceu: ela colocou a mão no cabelo e tirou a peruca!!

Eu fiquei sem reação, estado de choque, não entendi nada! Ela tinha cabelinho de câncer! Muito nojo! Nem preciso dizer que brochei, né? Fiz questão de dizer para ela que em Recife num existe essas coisas e ela foi embora meio caladona – Ahh, foda-se!

Depois me arrependi um pouco da minha atitude… Acho que fui rude, eu deveria ter pedido para ela colocar a cabeleira e tentar continuar aquela batalha, afinal de contas ninguém sabe o dia de amanhã. Esse tipo de coisa bizarra que sempre acontece comigo me faz pensar: “Pior é na guerra, que chove bala e ninguém chupa!”.

Sexo em São Paulo – never more!

Conselho de Amigo (By Barrozo)

Vôo demorado para São Paulo, sem muita coisa pra fazer, resolvi escrever algo que esta na minha cabeça há algum tempo.

Na última semana uma amiga resolveu pedir um conselho pro Barrozo, ela estava confusa, um ano depois do final do namoro o ex resolveu procurá-la pois acabara recentemente um novo relacionamento e obviamente queria um revival com a antiga namorada antes de reatar com a novata. O que mais preocupava a minha amiga é que durante todo este ano solteira nunca conseguiu sentir por alguém o que sentia por ele e o pior a única experiencial sexual foi um pouco frustrante.

Ela confessou que estava curiosa para ficar com ex e até acompanhá-lo numa cama macia visto que a seca estava grande, porém não queria nada sério, pois tinha medo que não desse certo novamente e justificou dizendo que estava sem tempo de namorar. O caso é simples: garota que não esqueceu o ex, pois ninguém mais compareceu com virilidade deseja um “one night stand” com o dito cujo pra aliviar as necessidades.

Meu conselho foi perverso, pra acabar com a alma do ex-namorado que provavelmente vai ficar muito confuso depois deste encontro. Se alguém se encontra na mesma situação que minha amiga, a dica é a seguinte:

1- Objetivos: antes de tomar qualquer atitude, veja até onde você quer chegar; só um bom papo, alguns beijos, voltar o namoro ou ir pra cama como no caso analisado.

2- Estratégia: trace a melhor estratégia, defina quais os pontos importantes do encontro e pense como vai chegar neles. No caso em questão o ideal seria ir para um lugar conversar, rolando um clima favorável o destino seria o motel mais próximo. Na conversa era importante deixar claro que não teria muito tempo disponível, que seria difícil se encontrar novamente e que não estava nem aí pro cara, seria apenas uma questão de usá-lo ou algo sem muito sentimento.

3- A Guerra: a ação é a ultima etapa do revival, nele você deverá definir e imaginar a maneira ideal de seguir o seu plano. Sugeri a minha amiga que escolhessem um restaurante com uma boa vista e uma luz baixinha para o casal ficar mais avon, o papo deveria correr dento das indicações e depois era só correr pro abraço, porém o mais importante seria agir com segurança o tempo todo, e aproveitar o sexo como nunca aproveitou, deixando o cara louco e se segurar para não se envolver, o que seria fatal para os objetivos dela. Será que deu certo!?

Porém o melhor conselho que posso dar a vocês, nobres leitores (e por que não leitoras?), é que ex é algo que não deu certo no passado, logo não faz sentido carregar um erro para o futuro. E finalmente, conforme minha mãe sempre me ensinou: “A melhor namorada é a próxima!”.

Baby Back Ribs (by Barrozo)

Ontem eu fui no Applebee’s e comi uma versão sem graça da costelinha de porco do Outback, resolvi que deveria passar esta receita pra vocês. Costumo fazer esta carne em churrascos, e o prato sempre é um sucesso, ainda não tentei fazer no forno, mas acho que não tem muito segredo. Então lá vai a receita do Baby Back Ribs do Outback.

Costela de Porco com Molho Barbecue

costela de porco

Ingredientes
1 Costela de Porco
1 Molho Barbecue
1 Limão
Sal e Pimenta do Reino

Preparo
Tire a Costela de Porco da embalagem, abra o limão ao meio e esprema passando o limão por toda a costela, tempere com sal e pimenta do reino a gosto. Envolva toda a costela com papel alumínio, ponha numa assadeira e leve ao forno na temperatura mais baixa, cuide para que a parte mais carnuda da costela esteja virada para baixo. Após cozinhar durante 30 minutos no forno, retire a costela, ponha no fogo alto, vire a parte com mais carne para cima e pincele o molho Barbecue, ponha no forno por mais 5 minutos, repita mais 2 vezes esta operação.

Habilidades requeridas: Comprar um molho Barbecue de qualidade já garante uma boa refeição.

“Sigam-me os bons!” (By Barrozo)

Caros Leitores, 

Acabo de inserir o Comida pra Macho no mundo Twitter! E já tive uma idéia muito sem graça para iniciar minha a carreira de escrevedor de pequenos textos. Vou re-iniciar o projeto verão 2009, alterando apenas o nome para Verão 2010. Com o mesmo propósito do ano anterior, ir à praia sem camisa e não desagradar. Quem quiser acompanhar meu sofrimento de perto pode twittar e quem sabe até dizer algumas palavras de incentivo. As receitas light estarão aqui no blog!

Já podem me seguir: http://twitter.com/comidapramacho

Aguardo vocês!

Quem não tem cão, caça como gato! (by Barrozo)

O título deste texto requer uma breve explanação, ao contrário do que muitos pensam, o provérbio “caça com gato” não está correto. É certo dizer “caça como gato” que significa caçar desacompanhado como um gato normalmente faz, e como eu fiz no ano passado quando resolvi viajar até Fortaleza sem nenhuma companhia.

No carnaval de Olinda tive o prazer de conhecer Sabrina, tão linda que quase não acreditei quando a beijei. Infelizmente, ela era do Ceará, e vários quilômetros nos separariam após o carnaval. Alguns dias de conversa fiada no MSN e ela me convidou para conhecer Fortaleza. Comprei as passagens de avião com a esperança de que ela me mostrasse um pouco mais do que a sua cidade…

Meu pesadelo começou no aeroporto, eu pretendia chegar na sexta e pegar uma baladinha com a Sabrina, o vôo atrasou e cheguei em Fortaleza no sábado às 5:00 horas da manhã, fui pra pousada dormir, chegando na pousada tive a impressão de estar dentro de um castelo fantasma, tudo escuro e um clima aterrorizante. Dormi um pouco e por volta das 10:00 horas fui me encontrar com minha amiguinha na praia do futuro. Ela estava com alguns amigos e amigas lá, conversamos muito e para minha surpresa na hora “H” ela me deu um ré! Eu não podia acreditar que eu tinha chegado tão longe pra levar um ré, fiquei muito puto!

Pra completar meu pesadelo, ela nem me deu uma carona até a pousada, tive pegar outro taxi e chegando na porta do meu quarto descobri que tinha esquecido a chave dentro da bolsa da Sabrina, novamente peguei outro taxi e fui até o edifício de uma das amigas buscar meus pertences. Eu estava mesmo puto da vida, tinha gasto uma fortuna de avião, taxi, pousada e agora estava sozinho em Fortaleza, sem nada para fazer, e sem ninguém para me acompanhar.

Como meu santo é forte, e eu não zero desde ano de 1994, um dos taxistas me informou que ia ter um “show” de noite. Pesquisei sobre o assunto com um funcionário da pousada e descobri: Festa do Siriguela com Aviões do Forró, Chiclete e Cidade Negra. E foi para onde eu fui com minha garra e vontade de caçar.

A festa ficou pequena demais para mim! Eu estava endiabrado, eu não levei nenhum “não” a noite toda, quando as cearenses descobriam que eu era de Recife, ficavam loucas, me lembravam das Potiguares. Essa festa realmente foi “show”. No volta para pousada senti muita falta de um amigo para comentar os melhores momentos da caçada. Dormi feliz!

O domingo foi mais um dia sacal. Sozinho, resolvi ir até o shopping almoçar e pegar um cinema pro tempo passar mais rápido. Tive o azar de sentar ao lado de um casal do maior romance, quase morro de inveja. Pela noite voltei para o Recife e estou vivo até hoje.

Conclusão: Viajar sozinho é uma merda, você pode se meter em roubadas muito maiores, mas foi uma boa lição e rendeu história pra contar! Nunca mais falei com Sabrina…

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