Escrevendo uma mensagem… (By Barrozo)

Estava quase dormindo quando comecei a criar, mentalmente, uma mensagem carinhosa para ela. Resolvi que enviaria uma SMS, e por isso estaria limitado a brevidade desta tele-mensagem. Não sei se foi o sono ou minha mente libidinosa, mas algo me fez pensar que o espaço que teria para escrever seria o mesmo de um seio feminino, eu tinha que escrever algo que coubesse em um seio e que atingisse exatamente aquele local.

Por incrível que pareça, foi neste momento que minha imaginação começou a fazer algum sentido e me surgiu uma formula para escrever breves textos poluídos de intenções. Um seio feminino, na visão de homem, pode ser compreendido em duas áreas, “o mamilo” e “o restante” ou o “não mamilo”, como prefira. E cada uma destas áreas possui a sua função, para o macho. O mamilo está associado ao prazer e consequentemente ao sexo, já o restante do seio está intimamente ligado ao carinho e a afetividade. Para um melhor entendimento: quando um homem tem muito libido, ele cai de boca no mamilo, já quando ele pretende fazer um mimimi e agradar a dona do peito, ele lambe e acaricia pelas beiradas, não vendo a hora de finalmente devorar o mamilo que é onde ele se realiza.

Pois bem, com a SMS é parecido, deve-se começar pelos arredores e no final soltar a sementinha do mal. Agora se imagine escrevendo com um hidrocor no seio da sua amada, em espiral você inicia sua cantada pela beira do seio, perto do coração, aprofunda-se acariciando levemente, chegando cada vez mais perto do mamilo onde você finalmente colocará um ponto final. Visto que o mamilo é uma parte diminuta do seio, a parte de sua mensagem destinada a falar de sexualidade também deverá ser a menor parte. Obviamente no seu seio imaginário não caberá longos dizeres no bico do peito, concordam? E mais ou menos assim deverá ser:

“Espero poder te ver novamente, não é todo dia que se encontra alguém assim (cite uma qualidade dela) numa balada (ou onde quer que achou o lanchinho). Adorei o pouco que conheci de você, apesar de te querer mais este pouco já é fantástico.”

Deu pra entender ou foi viagem minha???

Constatações

by Jimbow

Tudo começou em uma cafeteria numa conversa de amigos. Relembrando os velhos tempos de colégio chegamos a Laura. Laurinha, para os íntimos, era a única que fumava das meninas da sala e a sua atitude incomum aguçava a imaginação dos meninos afinal, MQFF – mulher que fuma fode. Primeira constatação. Nada original e sei lá como é que surgiu isso mas tem sentido.  Vale ressaltar: fuder é diferente de fazer um amorzinho.

Nesta mesma mesa de café um dos amigos apontou para a garçonete que tinha uma tatuagem na panturrilha – muito sexy por sinal. Ficamos os 4 olhando para a gostosa propositalmente  alguns segundos deixando-a sem jeito até que foda-se, pensamos.  O nosso Cristovão Colombo das tatuagens solta a segunda constatação: – mulher que tem tatuagem no pé dá o cu. Não bastando o aforismo veio a historinha junto:  – outro dia estava no elevador com Telma, que trabalha comigo, e percebi que ela tem uma tatuagem no pé. Imediatamente fiquei imaginando ela dando o cu, existe?

Passaram-se alguns dias e eis que se encontram na mesma mesa de café Jimbow e o Zdnan. Imediatamente os nossos radares detectaram uma figura sentada numa mesa afastada, acompanhada. Loira, mais velha, seus 40 eu diria, peitos salientes e uma tatuagem na mama esquerda. Ficamos pensando.. se tatuagem no pé = dar o cu, tatuagem no peito é muito mais profissional. Terceira constatação: mulher que tatuagem no peito no mínimo faz uma dupla penetração.

Estamos marcando uma nova reunião para discutir se as constatações são verídicas. A do fumo, com certeza, a da tatuagem no pé existem duas comprovações na equipe porém ainda precisamos de mais amostras. A terceira acho que só pagando. Tatuagem no peito é foda.  Dupla, vai saber!

Uma janela

by Jimbow

2009, recentes 29. O ano da minha vida. Um ano de incríveis mudanças internas. Um ano onde amadureci na marra. Um ano que vivi experiências incríveis mas também chorei como nunca havia chorado. Momentos que quero lembrar para sempre e outros que quero esquecer, porque aprendi a duras penas as lições necessárias. Um ano sabático, de autoconhecimento, de realizações pessoais e profissionais. Um ano onde o imaterial ou seja, a experiência de vida, sobrepõe qualquer realização material. Que ano. Este merece ser revisto por toda a eternidade.

Quem fica parado é pedra, já diria um grande amigo, portanto, ano novo é a melhor janela psíquica para se renovar. Aproveite.

Que em 2010:

1) A natureza e o homem de fato se complementem afinal, o homem é o criador da própria arte ou seria ele a maior e mais complexa criação da natureza?
2) O que vier de bom venha em dobro e o que vier de ruim tenhamos inteligência emocional para aprender e superar estas situações.
3) Que Sócrates, com a sua luz da razão, encontre Dionísio, com a sua anarquia, e o circo pegue fogo no melhor dos sentidos.
4) Que os problemas que criamos não sejam criados. Já bastam os problemas que não criamos.
5) Que saibamos viver a luz das incertezas. Elas fazem parte das nossas grandes decisões de vida.
6) Que compartilhemos mais momentos felizes ao lado das pessoas amadas.

Somos invencíveis, enquanto vivos!

Saudações revolucionárias.

Eurotrip

Não tive tempo de avisar previamente, mas nunca é tarde! O Barrozo está embarcando agora para uma Eutotrip! E vocês poderão acompanhar os mínimos detalhes acessando o twitter: http://www.twitter.com/comidapramacho

Com direito a fotos de tudo: mulheres, cervejas e paisagem!

Curtam!

As vezes eu preciso chorar… (by Barrozo)

Acabo de chegar em casa meio embriagado. Hoje foi um daqueles dias que você rever seus conceitos e chega à conclusão que estar incorretamente no caminho certo, a única solução para aliviar as intempéries é chorar. Hoje não adiantar desabafar com um amigo, nem muito menos transar com mais uma, se bem que isso pode amenizar a dor no peito.

Hoje me senti obrigado a refletir sobre a minha verdadeira condição de vida, quem realmente sou e quais são os meus objetivos, hoje foi mais um dia de me colocar contra a parede. Sei que somos testados todos os dias e ser colocado contra a parede é uma constante na vida de qualquer homem, porém, difícil é você como homem se colocar contra a parede e ter que tomar uma self position, é altamente complicado.

É fácil se acomodar, porem em tempos como estes temos que tomar uma posição, escolher para que time torcer, e tomar uma decisão de um futuro incerto.

Ok, eu gosto é de mulher! Cheguei a conclusão que este é meu único objetivo na vida, apesar de ser de uma família de boa condição, ter sempre um bom carro e um bom barco para passear, estes nunca foram e ainda não são os meus interesses principais, entram como objetivos secundários para atrair o que almejo primordialmente que é um bom relacionamento.

O que move meu mundo são as mulheres, não o ser feminino em si, nem gosto muito delas, são bestas e cheias de limitações, mas o prazer de seduzir, de adquirir, de convencer e de ver aquele ser semi-inteligente respondendo as minhas vontades é algo bastante recompensador.

Não gosto de trabalhar, não gosto de dinheiro, não gosto de luxo, nem de riquezas, apenas dos benefícios que isso me traz, se conhecesse outra maneira de atingir os benefícios, sem duvidas eu seria adepto.

Se alguém puder me ajudar, talvez Freud explique meu problema…

Doceira Neohippie (by Barrozo)

Combinei com alguns amigos de sair à caça pela cidade… Saímos com o objetivo de chegar em algum local onde encontrássemos várias mulheres lindas, ricas, inteligentes e carentes, mas não sabíamos onde ir… A gente tomou uma num bar para aquecer e conversar besteira, quando percebemos já estava ficando tarde, 1 hora da manhã aproximadamente, tentamos tudo que era pub, boate e baladas que tivesse mulher na cidade, mas tava impossível entrar naquele horário, então fomos a um barzinho alternativo, estilo o antigo Garagem (no Recife), mas sem estar caindo aos pedaços. Chegando lá, haviam três mulheres no bar… E só! As três estavam juntas na mesma mesa. Um dos meus amigos chegou na mesa delas e levou um fora – se fudeu!

Certa hora, fui ao banheiro e estava rolando uma confusão com o dono do bar porque haviam homens entrando no banheiro feminino devido à cheiração de pó no WC masculino, o dono do bar argumentava dizendo: – Minha mãe usa esse banheiro, véééío. Nessa hora percebi que estavas bebo, pois comecei a achar a situação normal! Uma das meninas estava presente e iniciou-se um empurra empurra, deixa disso e tudo mais num cubículo minúsculo, aproveitei para me aproximar dela. Quando a confusão acabou a menina ia entrando no banheiro masculino e eu a puxei pro feminino e disse: – O seu o banheiro é esse aqui! – nos trancamos lá e tasquei um beijo nela e ela pediu pra eu passar na mesa dela depois!

Chegando na minha mesa os caras já estavam querendo ir pra casa, então informei-os que havia me dado de bem e ia ficar um pouco na mesa da menina pra saber qualé a da noite. Durante o papo sobre quem somos, da onde viemos e o que fazemos, ela me informou que já estudou muitas coisas (letras, artes cênicas, moda, cinema e outros), mas não terminou nada e hoje está no ramo dos “doces”. Antes que eu pensasse no tráfico de drogas ela me falou que fazia trufinhas e guloseimas de chocolate para a própria sobrevivência. Já que eu tinha ficado com ela mesmo (as outras 2 eram melhores), soltei toda minha carga de conhecimento em cultura inútil, “viagens psicossociais”, “a influência do mangue beat na formulação da estética da garrafa da skol beats” e essas merdas todas que fizeram ela me dizer: – Hoje tu vai dormir lá em casa!

Cheguei na casa dela já amanhecendo e tinha que trabalhar às 11:00 horas, só pensei em duas coisas: foder e ir embora – antes disso vale à pena falar sobre a casa dela: era uma mansão de 3 andares num dos bairros mais nobres daqui, gigante mesmo! Sendo que morava ela, a irmã e a mãe, todas com filhos. O 2o andar era o espaço reservado a ela e seus dois filhos, que não estavam no local. A casa tinha chocolate por tudo que era lado, uma melecagem felomenal! Triciclos jogados no chão e notei uns poemas na parede, percebendo minha atenção ela já veio querendo prolongar o assunto: – Ah, eu faço poemas também… – eu respondi cortando: – Não curto poemas! – imagina uma decoração neohippie caótica; e melada de chocolate! Um nojo!

Puxei pra cama e na hora de tirar a camisa ela hesitou, disse que tinha amamentado e não curtia os peitos, preferia foder de camisa, então comecei a imaginar que os peitos dela eram realmente feios e isso já baixou um pouco meu moral, bola pra frente, vamos lá… Até que tirei a calcinha e vi uma cena de filme pornô japonês.

Vocês conhecem aquele pornô japa que a mulher tem pentelho que vai desde a aba superior da buceta até a aba posterior do cú? Pronto, assim era ela! Brochei! Brochei mesmo, paumolecência e ela quando se deu conta disso começou a chorar! Chorou, chorou, chorou… E me perguntou o que foi que aconteceu. Eu já puto com a situação, disse que a culpa era dela mesmo porque não tirou a camisa, então ela chorou mais e eu fui tomar um banho pra ir embora. Saí do banho e ela estava mais calma, então sem muita conversa e já preparado pra o que estava me esperando, puxei a espada de São Jorge e fiz o serviço naquele dragão.

Mais do que nunca, eu queria ir embora, era uma questão de vida ou morte, já eram umas 9 da manhã e estava na minha hora, só que a louca escondeu a chave e não queria me deixar ir embora. Eu disse: -EU TENHO QUE TRABALHAR PORRA!!! – ela começou a chorar novamente dizendo que sempre que aparecia um cara na vida dela e que rolava uma afinidade nas auras e a sinergia dos cosmos se batiam em alfa na casa de leão em contrapartida ao horóscopo de aquários e blablablabla (ela realmente falava esse tipo de coisa!), ele sumia para sempre. Fiquei ouvindo essa merda até umas 10:30, eu querendo achar uma saída de emergência na casa dela e ela querendo amor e carinho. Até que quando ela me liberou, começou a chorar mais uma vez porque a gente não ia se falar mais. Fui honesto e disse: -Não é bem assim, anota meu numero! – fui falando calmamente o numero certo até que minha consciência gritou: -NÃO!!! NÃO!!! É uma cilada!!! – e então, pra não ser tãããão safado com ela, só dei um número errado, o último!

Dedico esse texto à um amigo, que mora longe…

Love me two times

by Jimbow

A vida é extremamente complexa. Já abordei este tema em outro post, enaltecendo que a quantidade de variáveis incontroláveis é muito maior do que as que conseguimos controlar.

Quando acontece uma fatalidade a tal das variáveis recebem uma assinatura e um carimbo do cartório atestando que, de fato, elas estão presentes no nosso dia a dia mais do que nunca.

Nós, seres humanos, negamos a real possibilidade de que algo ruim aconteça conosco. Todos nós somos essencialmente iguais neste aspecto. O que muda com o tempo é que ficamos mais medrosos e cautelosos, a maturidade nos ensina que tomar um tombo pode realmente machucar.

A experiência com a proximidade da morte, seja ela existencial ou com um grande amigo, muda completamente a forma de encarar a vida. É nessa fase que nasce uma pessoa muito diferente daquela que conhecemos.

“Too fast to live, too young to die..”

Pouco percebemos que o nosso bem maior, por mais problemas que tenhamos, é a saúde. A falta dela é de uma angústia e transtorno que vão além da minha real compreensão e qualquer outro assunto se torna pequeno diante desta perspectiva.

Pergunto sempre: como administrar os riscos, viver a felicidade no curto prazo sem deixar de considerar, REALMENTE, o futuro? Complexo. Continuo negando na minha cabeça que algo de ruim pode acontecer e vou me arriscando, faz parte da minha natureza. Acho que é por isso que os homens têm uma expectativa de vida menor do que as mulheres.

Se eu tivesse sentado numa cadeira de balanço numa conversa franca com quem lê este post eu diria que se arrisquem moderadamente, vivam seus amores, dancem, divirtam-se e principalmente, não existe situação que não possa ser piorada. Levar a vida no positivismo, por mais niilista que eu, Nietzsche e um monte de chatos por aí presumem ser, é muito mais inebriante do ficar resmungando pelos cantos.

Faça o que eu falo não faça o que eu faço: tomara que o preço disso tudo saia barato e seja possível pagar a vista. Portanto, faça amor comigo duas vezes hoje porque eu poderei ir e nunca mais voltar.

Estatísticas..

by Jimbow

Quarto de hotel, entediado, reunião amanhã as 09 da matina numa cidade a mais de 120km de distância realmente, não posso reclamar da vida – pelo menos eu não comi uma mulher careca!!!!  Depois de ler os “causos” mais recentes do Barrozo resolvi fazer um texto a mão livre, como diriam os tatuadores.

Existem dois tipos de mentira: as tradicionais e as estatísticas (além das do Barrozo!). Sim, estatística é uma grande mentira “calculada” por um monte de analistas cheio de planilhas excel rodando macros complexas que analisam uma base de informações controversas em um porão cheio de traças.

Todo ser humano entra em uma aeronave e pensa: avião é o meio de transporte mais seguro que existe. Por que? Porque estatisticamente está provado isso.  Nada impede que o avião se espatife no chão e você morra estraçalhado.

Dengue é uma doença comum, porém, na fase hemorrágica, que é mais grave, apenas 3% dos doentes morrem. O camarada que contrai dengue hemorrágica fica tranqüilo porque, estatisticamente, só 3% morrem, o resto fica bom. Como se isso impedisse de você fazer parte desse grupo.

Posso ficar aqui citando inúmeros exemplos estatísticos que provam que isso é uma grande balela e que, na verdade, o lance não é se apoiar nas estatísticas e sim fugir delas! O importante é NÃO virar uma estatística!

Fico impressionado também quando leio textos por ai que disparam sempre alguns números mirabolantes. Pergunto-me sempre se são verdade, digo, se foram de fato pesquisados ou inventados.

Anyway, segue abaixo algumas estatísticas:

1)      34% dos leitores imaginaram o porão do segundo parágrafo. (era empoeirado e tinha homens de óculos sentados atrás dos computadores?)

2)      82% das pessoas começam a escovar os dentes pelos de baixo (arcada inferior).

3)      76% comem primeiro as bordas de um sanduíche deixando sempre o centro, mais recheado, para o final.

4)      49% das pessoas lambem a colher depois de mexer o café.

5)      57% de todos os brasileiros já fizeram aquela “piadinha”: “Ei.. ei.. teu nome é ei!?” Ou então: “Se você já deu a bundinha dê uma risadinha”

6)      13% dos bastardos que existem nesse mundo já deixaram aberta a bisnaga de catchup da lanchonete, de modo que o próximo consumidor ao tentar servir o próprio sanduíche acaba por estragá-lo. (malditos escrotos)

7)      70% dos que se ferraram no item 6 deixaram não só a bisnaga aberta para ferrar o próximo, como também o paliteiro e o saleiro. (malfeito só gera mais malfeito)

8)      79% das pessoas estão lendo este durante o horário de trabalho.

9)      99% das pessoas olham para a própria merda antes de dar descarga. (por que será?)

10)   99% dos homens sentem tesão naquelas aeromoças pele de anjo, cara de devassa, vestidinhas em saias justas, infelizmente longas, que sempre sorriem para você.

Gostou? Inventei tudinho.  Pode reproduzir que vai virar verdade.

O que você não suporta numa mulher? (By Barrozo)

Estava bebendo uma gelada quando uma amiga me faz a seguinte pergunta:
- O que você não suporta numa mulher?
- Eu? – tentando tomar tempo para arranjar uma boa resposta.
- Claro, estamos apenas eu e você aqui na mesa!
- E o que você não suporta numa mulher? – de fato eu precisava de mais tempo pra pensar!
- Não enrola! Fala logo, Barrozo!
Neste momento eu gostaria muito dizer que suporto pouquíssimas coisas, e realmente eu não suporto quase nada, pra que? Sou jovem e ainda não conheci ninguém que me faça ter que suportar algo, então qualquer detalhe fora do ideal me faz pular fora do barco mal navegado!
- Ok, eu já sei! Eu já tive namorada gostosa, feia, alegre, simpática, antipática, falsa, emotiva, fria, gordinha, burra, e de outras muitas variedades, mas eu não suporto BAFO. Mulher com bafo é foda! – risos e mais risos!
Ela sem parar de rir tenta saber mais do assunto – Como assim? Me conta!

Sabe quando você está naquela fase onde começa a ganhar seu próprio dinheiro e a realidade fica um pouco distorcida? Não que você tenha dinheiro pra comprar a boate inteira, ou imagine que tenha! Mas você já possui renda mensal suficiente para poder comprar uma garrafinha de uísque na balada, e pode até ser 12 anos, se você economizar no restante do mês! E o poder do dinheiro faz você imaginar que poderia até contratar uma namorada ou adquirir outros bens até então inalcançáveis.

Eu estava nessa fase quando vi Lorena pela primeira vez. Ela era loira dos fios quase brancos, sua pele mais branca ainda, alta, magra, parecia uma modelo, seios fartos e roupas provocantes. Eu estava na fila da balada quando ela passou por mim em direção à entrada VIP. Neste primeiro instante eu tive a impressão de que ela era uma destas burguesinhas, filha de algum ricão da cidade. Dentro da balada, para minha surpresa, ela estava acompanhando um playboy conhecido meu. Por se tratar daquele cara, eu imaginei que ela deveria ser uma puta paga! E eu deveria fazer o mesmo… Ou não!

O tempo passou, comecei a encontrá-la mais vezes, descobri que ela não trabalhava fazendo programas, não era uma filha de ricão, era apenas uma bonitinha que curtia a vida social e as baladas. Fui chegando, e conhecendo, e chegando, até que fiquei com ela e descobri que ela era virgem. Infelizmente, aquele corpinho bonitinho escondia um mau hálito dos infernos! Era um fedor fora do comum que dava a impressão de que algo estava errado dentro dela. Mas eu tinha meus objetivos, eu queria muito ajudar aquela linda garota, a se livrar do seu hímen, então eu teria que suportar aquele bafo!

Eu evitava beijá-la, estava sempre incentivando-a a escovar os dentes, logo após o almoço eu dizia – Ló, vou escovar os dentes, vamos? – recordo de um dia que após uma longa exposição aquele fedor eu fiquei com dor de cabeça! Eu já não estava mais suportando, apesar do cabaçinho está cada vez mais próximo de voar fora! Eu já não sabia mais o que fazer, eu precisava atingir meu objetivo, mas estava muito perto de desistir! Uma finíssima linha separava o sucesso do fracasso.

Uma noite consegui finalmente trazê-la para minha casa, começamos a nos pegar, eu estava suportando bem o fedor, fizemos a primeira tentativa e o negócio não entrou, ela tinha o famoso cabaço de aço – o impenetrável! Fizemos uma pausa antes de tentar novamente e nesta pausa ela começou com uns papos de ciúmes, e reclamando de certas atitudes minhas. E falava muito perto de mim! Acho que todo aquele mau cheiro e mais o agravante de ter o ego ofendido sem muita razão com aquele papo sem noção, foram suficientes para me enlouquecer. Estourei! Mandei ela se vestir e ir embora e brigamos feio! Nunca mais vi a coitada pessoalmente, graças a deus!

Casualidades da vida. (By Barrozo)

Ok, sexo casual não é bom! Sexo é sempre bom, o casual só é menos bom. Quando você faz com alguém que não conhece ou alguém que não te interesse, normalmente você não tem o mesmo tesão de quando já conhece e pretende – previamente – transar com ela. Uma boa noite de sexo envolve todos os sentidos inclusive a imaginação. Não estou falando de criatividade, você pode ser criativo enquanto transa com uma estranha, falo da imagem que você possui de uma pessoa antes de comê-la. É muito melhor quando você finalmente consegue transar com aquela certinha a qual você já investe há um tempo, ou quando você transa com aquela safada que algum amigo comentou e você sempre quis experimentar. Comer alguém sem conhecer é como experimentar um prato exótico, se a aparência não for boa você pensa duas vezes antes de colocar a boca e você só saberá se gostou depois que de fato tiver experimentado.

Para mim, a melhor parte do sexo casual é depois do serviço feito, olhar pra cima e agradecer aos céus por deixar cair certas figuras bem no meu caminho e me proporcionar experiências diferentes do normal é muito mais gratificante do que o simples prazer carnal.

Há poucos dias, num dos vários feriadões que ocorrem no Brasil, fui obrigado a viajar à trabalho para o interior; eu já havia visitado aquela cidade diversas vezes, porém nunca tive coragem de sair do hotel para visitar algo que não fosse o meu escritório. Neste dia, por ser um feriado, resolvi que deveria ir até o bar mais próximo tomar uma cerveja solitariamente e digitar bobagens no twitter. Tudo ocorria dentro do previsto quando uma garota sentou ao meu lado no balcão e perguntou o que eu estava fazendo há tanto tempo no celular, pensei em falar de smartphones – desisti! Conversamos sobre a vida, o universo e tudo mais, e após várias garrafas de cerveja fora do previsto, resolvi voltar ao hotel levando uma nova hóspede. Já estava amanhecendo quando deixei a garota em casa, anotei seu telefone o qual obviamente nunca liguei. O sexo inesperado foi legal, mas ela não era o meu tipo, nem despertou nenhum interesse maior do que mais uma história pra contar.

Em outra ocasião, após uma sexta-feira de muito trabalho, estava voltando pra casa morrendo de vontade de fumar, porém sem nenhum isqueiro no carro fui obrigado a parar num posto de gasolina e avistei duas garotas fumando, uma delas era uma grande amiga que não encontrava há muito tempo, a outra apenas uma desconhecida. Conversa boa, cerveja e cigarro foram os ingredientes para que minha breve pausa no posto se tornasse numa noite de farra! Por fim, fui convidado para continuar aquele encontro casual na casa da desconhecida. Neguei, estava louco pra dormir desacompanhado na minha nobre cama, mas elas insistiram até me sentir obrigado a ir. Eu estava puto, querendo ir embora, quando a desconhecida se jogou em mim e a nossa amiga resolveu ir dormir. Os pais da desconhecida estavam em casa e a gente teve que ir sorrateiramente para um quarto de hospedes, onde ela resolveu NÃO me dar! Quanto mais ela se esfregava em mim e negava os finalmentes mais eu desejava estar desacompanhado em minha cama. Até o momento em que ela me concedeu um relaxamento oral. Satisfeito, eu só pensava em ir embora e ela insistia pra eu ficar mais! Eu estava quase fugindo quando ela – sem nenhum motivo aparente, visto que minha única atitude naquele momento era dizer que queria ir pra casa – baixou a calça e ficou convidativamente de quatro! Eu juro que ainda pensei em aproveitar que ela estava de costas e finalmente fugir, mas tive que fazer meu papel de macho!
Após a segunda rodada de “leite”, consegui convencê-la de que estava na minha hora de ir. Essa noite foi uma merda, o prato não era dos mais atraentes, mas afinal, quem é que já parou num posto de gasolina para acender um cigarro as dez da noite e acabou chegando em casa no outro dia de manhã após uma noite de sexo?

Só tenho que agradecer muito por estas casualidades!

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