Arquivo para a categoria 'Sem Categoria'

João e Maria (versão wtf) – by Jimbow

João encontrou Maria no meio da floresta. Ela não estava perdida, ele é que estava. Como Maria não estava perdida ela resolveu guiar o caminho de volta a civilização. João foi atrás de Maria e, sem pensar muito, fechou os olhos e deixou-se levar.  Dias se passaram, meses, anos, e nada de civilização. João começou a pensar que Maria de fato não quisesse levá-lo onde ele queria mas sim a um labirinto. Perdido João encontrou Maria e perdido João estava depois desse tempo todo. Será porque Maria assim o queria ou por que Maria não estava mais perdida depois que encontrou João? Vai saber quem iludiu quem. Desiludido João ficou, Maria também. João não presta, é um ingrato, estúpido que não sabe reconhecer a verdadeira Maria com quem esteve todo este tempo. João idem. De forma abrupta, análoga a como se encontram no meio da floresta, se perderam novamente. Não se odeiam, mas não faz mais sentido estarem juntos. João parou, pensou e, entre um suspiro e outro, concluiu: – a única coisa realmente certa é que toda desilusão é uma forma onipotente de se iludir. Não demorou para João encontrar a civilização. Estava bem embaixo do seu nariz.

Arctic Monkeys – Humbug (by Jimbow)

Aqui no Comida pra Macho é assim. A gente divaga por receitas culinárias, putarias, histórias e estórias, filosofia, sexo, tênis e agora, o Jimbow ataca de “crítico musical”. Vamos, como diria um sábio, de Parto de Raposa a atracamento de Petroleiro. Portanto..

Senti-me no dever de escrever sobre o novo álbum (ainda não lançado oficialmente) dos Monkeys, Humbug. Totalmente diferente dos últimos dois álbuns. Totalmente. A começar que a banda “agora” tem mais um integrante, não oficial, que responde pelo Organum – em latim mesmo para evitar o duplo sentido, e também pela guitarra em algumas músicas. Alex Turner banca o lead singer sem instrumento na mão em algumas canções.

A banda está mais madura e é bom ver que evoluem tecnicamente e musicalmente. O som está mais trabalhado, as músicas mais complexas, mais arranjos e menos agressivas. Por outro lado, a falta de riffs mais agressivos é compensada pelas belas linhas melódicas destiladas pelos macacos. Evoluíram, não são mais os Fluorescent Adolescents..

Ao escutar o primeiro single Crying lightning já percebi um riff de gente grande. Escutando a segunda vez viciei na música. Indo mais a fundo no álbum senti uma influência pesada dos Beatles e do The Doors, talvez pelo timbre do organum e pela estrutura das canções e ecos nas vozes. Resumindo, mais momentos “psicodélicos”.  A banda (ou a mídia) disse que esse disco teria uma bagagem Black Sabbath mas digo, com toda certeza, pouco a ver. Só em alguns solos, com um timbre mais vintage, percebe-se uma certa influência. Vide Dangerous Animals.

Outra influência, desta vez do Nirvana, na música Potion Approaching. Secret Door, Cornerstone, putz, que músicas. Estou feliz por algo novo e bom no mercado fonográfico. John Mayer parado gravando, o Dave Matthews vivendo de passado e lançando álbuns com canções repetidas, o Muse meio apagado, o Oasis, apesar de um excelente álbum lançado sem Setembro do último ano, parece que não foi bem compreendido.

Resumindo em poucos palavras HUMBUG: melhores arranjos, guitarras mais graves, menos timbres de pickups single coils e mais humbuckers em semi-acústicas em um estilo menos agressivo, mais preciso. Evolução.

Para finalizar a resenha senti falta de Matthew Helder, o batera. Calma, ele não saiu da banda, mas a bateria neste disco ficou mais apagada. Diria que ele “jogou para o time” e fez valer um pouco menos a sua técnica. Sem a menor sombra de dúvidas ele é o melhor músico do grupo e em uma faixa do disco faz valer isso, em alto e bom som: Pretty Visitors, a música mais pesada e com uma notória influência punk rock do Humbug. Atentem para o final principalmente.

Sugiro uma visita em www.arcticmonkeys.com para as novidades.

A Gaia Terapeutica (by Barrozo)

Um dos meus melhores amigos resolveu se casar ainda muito jovem, ele tinha por volta dos 20 quando deu início ao processo de noivado e começou a ensaiar o que seria seu maior pesadelo, se não tivesse ajuda do amigo e conselheiro amoroso, o mestre Barrozo.

Nesta época eu achava aquilo tudo uma grande piada, coisas da cabeça infantil do meu nobre amigo, eu costumava dizer que casar era bom, mas morrer queimado era muito melhor, ele ria e dizia que sem ela, nem morrer queimado fazia sentido. Aproximadamente um ano se passou e a data do casamento foi marcada. Eu não acreditei, fiquei em choque, desta vez deixei claro para ele que aquela seria a maior merda da sua vida, e ele não acreditou.

Meses antes do casamento, veio o convite. Ele me queria como padrinho de seu casamento. Neste mesmo dia eu tentei provar matematicamente que casar era a forma mais cara de se ter uma mulher de graça, mas não teve jeito, ele estava mesmo decidido. Eu não podia aceitar o convite, disse que não tinha namorada e consequentemente não tinha uma madrinha, ele fez questão de oferecer uma amiga solteira da noiva para me acompanhar, ponderei, não era uma má idéia, mas não aceitei, pois nunca concordaria ou mesmo apadrinharia uma escolha tão errada de um amigo.

Alguns meses se passaram e a festa chegou, não compareci na igreja, mas fiz questão de ir para recepção, não podia perder a Boca Livre. A festa foi maravilhosa, conheci uma amiga da noiva, de uma parte da família que morava no interior, esta garota fez valer o casamento, eu conto essa história no próximo post.

Com aproximadamente 2 anos de casado e sem nunca ter traído, o maridão começou a notar a merda que tinha feito, apesar de amar muito sua esposa, e não ter muito o que reclamar, ele vivia bebendo, sem vontade de voltar para casa, não queria mais ouvir as resenhas sobre as garotas que eu ou qualquer um dos nossos amigos estavam pegando/azarando. Percebi que o problema estava apenas nele, e na decisão que havia tomado, mas agora era tarde, talvez o ideal seria mata-lo queimado, mas sugeri a “Gaia Terapêutica”.

A Gaia Terapêutica poderia ser como uma gaia qualquer, mas ela possui precedentes que maximizam o efeito de realização de uma pulada de cerca comum. Ou seja, a gaia é terapêutica quando ela não serve simplesmente para atender o instinto poligâmico do ser humano do sexo masculino, e sim para mostrar que apesar do mercado oferecer muitas opções a sua escolha foi certa e sua mulher é realmente a tampa perfeita para sua panela.

Regininha era a mulher ideal para resolver o problema do meu amigo, ela era doida de pedra, mas sua falta de lucidez vinha acompanhada de uma boa conversa e uma esperteza além do normal. Problemática, havia acabado de sair de um relacionamento, pois o namorado queria vê-la transando com outra mulher, e com outra MULHER ela não aceitava!

Após a apresentação e todo meu incentivo eles acabaram se pegando, no dia seguinte eu vi o homem mais feliz do mundo, ele narrava cada posição da caliente noite de sexo. Ouvi tantos detalhes que parecia que eu estive lá, naquele quarto de motel, assistindo tudo. Notava-se o efeito da gaia terapêutica, o jovem estava animado, alegre, corado, feliz… Mais duas saídas com a Regina e ele viu que não era aquilo que ele queria e estava fazendo uma grande sacanagem com sua companheira de tantos anos que ele tanto amava.

Meses depois a sua esposa engravidou - e o garoto tem o meu nome…

Roger Federer (by Jimbow)

Estou atrasado para falar do Federer em Wimbledon. Não vou escrever muito. Na verdade, esse post é só para linkar o vídeo abaixo.

O cara é FODA. Ponto. Independente de gostar da personalidade dele ou não, ele conseguiu. Ele é O MAIOR JOGAR DE TÊNIS QUE JÁ EXISTIU e fico feliz por contemporanizar isso. Podemos chamar este feito de “eternizar o próprio nome”. A maioria dos mortais passam por essa vida já outros conseguem feitos que jamais serão esquecidos. Quinze grand slams e o record do Sampras. O cara que faz uma final contra Roddick e manda 50, eu disse, cinquenta, aces na partida merecia mesmo vencer. É um monstro. E o melhor, ainda não acabou, tem muito mais.

Vejam o vídeo, é bem curto, 30 segundos.


Telesexo (by Jimbow)

Aviso aos púdicos: post nada político.

Quantos, mas quantos de vocês, conhecem alguém que já ligou para o telesexo? Pois bem, resolvi ligar ontem e anotar o que lembrei da conversa para contar a vocês.

Antes que alguém venha com um falso moralismo do tipo “tá na seca hein brother?”, “desespero do caralho” e por aí vai, liguei não para fazer sexo por telefone, mas para testar a quantidade de putarias que eu conseguiria falar e escutar ao mesmo tempo em UM minuto, já que a ligação é bem cara. Pirangueiro* mode on and activated.

Preparei o cronometro e..

- Alô?
- “Oi gato, delícia você ter ligado, Samanta, sua escrava sexual..”
- É do telesexo?
- “Claro que sim gostoso..  como eu posso te chamar?”
- De gostoso. Como é que você tá vestida? Calcinha enfiada no cu, topless, como?
- “Calcinha bem cavadinha, enfiada no cu e molhadinha.. (gemido) bem molhadinha”
- “O que você quer fazer comigo? Quer me bater, me deixar de quatro.. vem amor, vem gostoso.. enfia o pau em mim”
- Minha querida, me diga, como é que eu vou conseguir enfiar o pau em você por telefone?
- “Imaginação amor.. imagina.”
- Estou imaginando é você me dizendo como te encontrar junto com uma amiga tua e eu comendo vocês duas.
- “Nossa.. delícia (gemido) selvagem.. não está curioso para saber como eu sou?
- Negativo. De que adianta? Já estou imaginando, como você mesma me sugeriu e prefiro ficar com minha imaginação. Sua GOSTOSA!
- “Hum, safado.. tava esperando você.. só você que vai me fazer mulher novamente..”
- Safada! Esse discurso é velho hein?
- “Queria te chupar inteiro, teu pau, teu saco e teu cu..”
- Êpa. Peraí, já assim, sem nem um jantarzinho antes? Um vinho?
- “Ué, nunca levou uma lambida e um dedo no cu?”
- Não, mas mesmo se tivesse levado não te diria.
- “Não sabe o que está perdendo.. todo homem adora um dedo no cu..”
- Puta que pariu.. TODO homem? Ultimamente se escuta bastante essa história de fio terra mas todo homem ai já é demais..
- “Tá bom lindo.. eu faço o que você quiser.. (gemido)”
- Ainda não entrei no clima..
- “Eu faço você entrar no clima meu gostoso, safado.. vem para mim, eu quero apanhar.. muito..”
- Pô, tá ai, eu ia te bater muito se tu enfiasse um dedo no meu furico.
- “Que estresse gostoso.. não tem nada demais.. eu tenho um cliente, Fernando, de 23 anos, que adora levar na bunda..”
- Porra, mas isso aqui é um telesexo ou um laboratório anal? Tou interessado na SUA bunda, esquece a minha caralho!! (time up)

* Sovina, mão de vaca, em dialeto Pernambuquês.

Marimoon é feia.

Uma rapidinha pra não perder a frequência…

Só conheci a Marimoon depois que ela entrou na MTV, nunca fui muito ligado em blog, fotolog e coisas do tipo, mas fiquei encantado pela blogueira com aquele jeitinho menininha punk que curte beijar as amiguinhas, esse jeitinho de menininha que revoltadinha sempre me deu muito tesão. Esta semana procurei algumas fotos, talvez em busca de algo picante e assim conhecer melhor minha sex-internet-symbol! Sem sorte, descobri que Marimoon é feia pra caralho. Normal, pensando bem, não tem como alguém de cabelo rosa ser bonita, ela mais parece um cruzamento de Real Doll com a Pantera Cor de Rosa. Meu tesão não passara de uma ilusão “idióptica”.

marimoon_sem_photoshop

Masters 1000 Roma

Jimbow sports fan.

Este post não é apenas sobre tênis. Esse vai para aqueles que dizem, sem conhecer o esporte, que é chato e que só tem bolinha pra lá e pra cá sem muita emoção. Na verdade, para qualquer um que gosta de esportes e já praticou um esporte coletivo e outro individual percebe a beleza do tênis.

Nos esportes coletivos você é parte de um time ou seja, a responsabilidade é dividida. Nos esportes individuais como tênis, artes marciais, ginástica olímpica e outros a pior pressão não é a que vem de fora mas sim, de dentro.

No melhor estilo “homo homini lupus” de Thomas Hobbes, onde ele afirma que o “homem é o lobo do próprio homem”, tênis é uma guerra de nervos, constante, onde você tenta não se boicotar. Você não joga só contra o adversário, joga contra você mesmo. Na hora do saque você tenta pensar positivo para a bola entrar certo no campo adversário mas é inevitável pensar o contrário. Quando a bola vem do outro lado e você se prepara para rebater tem que ter confiança, achar que vai acertar, ainda mais se for no backhand.

Tenho certeza que o tênis é tão difundido e tem premiações exorbitantes porque a admiração do público não é só técnica, mas pessoal. É como se quiséssemos ter a força mental de alguns tenistas.

O Nadal, por exemplo, tem 22 anos e é um monstro mentalmente. Dotado de uma concentração ímpar jamais perde a linha no jogo, aconteça o que acontecer. Todos que deram alguma chance para ele perderam e não foi diferente ontem contra o sérvio Djokovic. O “Djoko”, apesar de excelente tenista, n. 3 no ranking da ATP, é um pouco temperamental: joga raquete no chão, urla e faz uma linha meio show man. Já o Nadal sempre sereno e focado no seu objetivo.

Sinceramente? Eu invejo tamanha concentração e força interna do Nadal. Isso sem contar a humildade do cidadão. Parece que, internamente, basta para ele mesmo saber que é o primeiro do mundo. É uma satisfação pessoal que não lhe sobe a cabeça mesmo diante de todos os mimos externos. Belo exemplo não?

Rafael Nadal comemorando vitória no ATP Master Series de Roma. Foto: UOL (www.uol.com.br)

Rafael Nadal comemorando vitória no ATP Master Series de Roma. Foto: UOL (www.uol.com.br)

Falta de noção

Jimbow in a soft mood..

Sabe quando você trinca o dente olhando de lado e reza para que os próximos 3 segundos passe logo? É o que acontece quando alguém do seu convívio perde um pouco a noção e você fica com vergonha ou raiva.. deles e de você mesmo por estar ali!

Situações plausíveis:

1) Você conhece um indiano gente fina e chama o cidadão para almoçar junto  com a sua galera do trabalho. Alguém no meio da conversa pergunta para o cara se ele tem um elefante em casa. (Nós brasileiros então deveríamos ter macacos em casa)

2) Você sai para um barzinho onde vez por outra rola uma batatinha de aperitivo grátis. Todo mundo está em pé e apenas quem está comendo são as pessoas sentadas. O garçom passa para levar até uma mesa e seu colega de birita que está do seu lado mete a mão com tudo e toma aquele fora.

3) Gente que tira “catota” do nariz e come na sua frente. Um dia ainda vou estudar como o organismo digere tal coisa.

4) Você está caminhando em um local público e um “amigo”, que está a pelo menos 20 metros de distância e com quem você foi para a maior putaria na semana anterior, começa a gritar o seu nome. Coisa do tipo: “Jimbow mermão! Peraê brodinho! E aquela gostosa da semana passada?!”

5) Você encontra um amigo de faculdade que não via faz tempo acompanhado da sua senhora e lembra automaticamente que o cara era o maior dominado. Homem dominado = piadinha: “Essa é a famosa que te mantinha na rédea curta? Prazer conhecê-la!” Era a amante do cara.

6) Você convida alguns amigos para passar o final de semana na sua casa. A mulher de um dos que não foi convidado, de propósito, descobre e chega na cara dura para reclamar o convite. Essa é do tipo que você convida para sua formatura e ela ainda pede uma senha extra pra levar um amigo. Antes fosse uma amiga!

7) Um novato na turma chega para você comentando das garotas. O cidadão foca exatamente em Anita, falando que ela é uma baita gostosa, rabão e uns peitos tipo pêra que são definitivamente apetitosos. Não sabe o cara que ela é a sua namorada.

8 ) Você sai com a gostosa de 25 anos do seu trabalho para o barzinho, toma todas, vai pra sua casa, ambos estão nus, sexo oral e tudo mais o que existe antes da penetração e a mulher “refuga” porque “a guerra entre os etônios e os aqueus…”

9) Você come “o caneco” da mulher e ela vira para você e diz com a maior cara lisa: “Poxa, foi minha primeira vez. Você é foda mesmo..” Se você é do tipo que acredita nessa lorota, reveja seus conceitos.

Depois de viver inúmeras situações embaraçosas acredito que estou conseguindo conviver melhor com a falta de noção. O segredo é rir da situação e deixar o sem noção envergonhado. É uma técnica arriscada que deve ser aplicada como um tiro cirúrgico. Descobri isso quando tive uma crise de risos que acabou deixando a situação ainda pior, combatendo o sem noção com outra atitude sem noção. Fogo contra fogo. Se você está nadando uma piscina olímpica cheia de merda e já chegou na metade, não nade até a borda mais próxima! Isso é ser macho!

Peço, em voz baixa e ciente de que é um pouco sem noção, que você compartilhe a sua história sem noção nos comentários. Vale de tudo. Do pescoço para baixo é canela e quando for amanhã, eu vou lá hoje.

E aí mermão.. tá pensando que eu não posso voar? Foda é que vai assanhar o meu cabelo..

E aí mermão.. tá pensando que eu não posso voar? Foda é que vai assanhar o meu cabelo..

Um amigo para contribuir…

Bravo! Agora eu tenho um novo colaborador. O James Douglas Morrison, vulgo Jimbow, morreu fazendo uma suruba espiritual na banheira de um hotel, ou algo do tipo… Não importa! Mas o cara renasceu e veio até o ComidapraMacho.com para contar suas viagens, filosofias e aventuras surubísticas.

 

Falando em suruba, acompanhem este “Manual de Boa Conduta Numa Suruba”, pelo Homem Errado, vale à pena!

Por que estou aqui?

Estive pensando no porque de escrever um blog, para começar poderia dizer que sempre gostei dos relacionamentos, desde jovem observava e criava idéias e teorias que explicasse e principalmente generalizasse as minhas observações, costumava dizer que em alguns minutos de diálogo, eu podia definir exatamente que tipo de pessoa estava conversando comigo. Depois de crescido, quando meu espaço amostral ficou um pouco maior, passei de um colégio de médio/grande porte para observar uma cidade inteira, vi que algumas teorias até faziam sentido, mas a grande maioria era cocô de menino pequeno, a sociedade é um caos e de perto todos são loucos.

 

E foi com boas e péssimas experiências, e tentando observar tudo de vários ângulos que construí as bases do que sou, e principalmente do que não quero ser. Alguns contos foram decisivos para minha maturidade, aprendi que as pessoas se enganam e traem sem querer, como minha ex que transou sem beijar, então resolvi me fazer um cabra safado, e descobri que isso não é tão ruim. Daí muitas coisas aconteceram, eu me enfiei numa barraca de camping cheia de lésbicas, revolucionando o meu conceito de sexo, e levei um belo de um par de chifres, que me fez pensar em mulheres pra casar e mulheres para comer. E as desventuras não acabaram por ai, recentemente eu me dei mal no Carnatal 2008, mas tudo isso contribui para uma boa personalidade e saber que um Cabra Safado é bem diferente de um Cafajeste ou de um Canalha.

 

Então decidi me dedicar a coisas bestas que trariam o meu enriquecimento pessoal, tratei de fazer aulas de dança de salão, aprendi a tocar violão e por fim fiz aulas de culinária japonesa. Foi por esta última que me apaixonei, e novamente voltei a observar temperos e sabores e aplicar minhas descobertas nessa área como armas nos meus relacionamentos. Aprendi e utilizei a Gelatina Sensual, desenvolvi a Mortandela Caprese, ideal para petiscar durante jogos de futebol e por fim um Camarão com Molho Quatro Queijos para seduzir as mais refinadas…

 

Entendi que é errando e perdendo que se aprimoram os homens e se adquire mais experiência, afinal: No pain, no gain! Porém por que escrever um blog? Agora a resposta fica fácil: Porque eu precisava contar isso tudo pra vocês!

 

Aproveitem o ComidaPraMacho.com!

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