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Por que estou aqui?

Estive pensando no porque de escrever um blog, para começar poderia dizer que sempre gostei dos relacionamentos, desde jovem observava e criava idéias e teorias que explicasse e principalmente generalizasse as minhas observações, costumava dizer que em alguns minutos de diálogo, eu podia definir exatamente que tipo de pessoa estava conversando comigo. Depois de crescido, quando meu espaço amostral ficou um pouco maior, passei de um colégio de médio/grande porte para observar uma cidade inteira, vi que algumas teorias até faziam sentido, mas a grande maioria era cocô de menino pequeno, a sociedade é um caos e de perto todos são loucos.

 

E foi com boas e péssimas experiências, e tentando observar tudo de vários ângulos que construí as bases do que sou, e principalmente do que não quero ser. Alguns contos foram decisivos para minha maturidade, aprendi que as pessoas se enganam e traem sem querer, como minha ex que transou sem beijar, então resolvi me fazer um cabra safado, e descobri que isso não é tão ruim. Daí muitas coisas aconteceram, eu me enfiei numa barraca de camping cheia de lésbicas, revolucionando o meu conceito de sexo, e levei um belo de um par de chifres, que me fez pensar em mulheres pra casar e mulheres para comer. E as desventuras não acabaram por ai, recentemente eu me dei mal no Carnatal 2008, mas tudo isso contribui para uma boa personalidade e saber que um Cabra Safado é bem diferente de um Cafajeste ou de um Canalha.

 

Então decidi me dedicar a coisas bestas que trariam o meu enriquecimento pessoal, tratei de fazer aulas de dança de salão, aprendi a tocar violão e por fim fiz aulas de culinária japonesa. Foi por esta última que me apaixonei, e novamente voltei a observar temperos e sabores e aplicar minhas descobertas nessa área como armas nos meus relacionamentos. Aprendi e utilizei a Gelatina Sensual, desenvolvi a Mortandela Caprese, ideal para petiscar durante jogos de futebol e por fim um Camarão com Molho Quatro Queijos para seduzir as mais refinadas…

 

Entendi que é errando e perdendo que se aprimoram os homens e se adquire mais experiência, afinal: No pain, no gain! Porém por que escrever um blog? Agora a resposta fica fácil: Porque eu precisava contar isso tudo pra vocês!

 

Aproveitem o ComidaPraMacho.com!

A Barraca de Lesbos (parte 2)

No post passado, eu contava uma história que me aconteceu num camping em Pipa-RN, após flagrar 4 lésbicas que se amavam na barraca ao lado, e apartado a maior confusão do mundo depois que uma delas viu um amigo meu espiando, eu havia finalmente entrado na Barraca de Lesbos com o pretexto de beber um vinho para acalmar os ânimos…

 

Começamos conversando sobre a praia, sobre o que ia rolar no dia seguinte, pedi mil desculpas pela falta de delicadeza do meu companheiro de barraca, fiz de tudo para me passar por um cara cabeça, e mostrando que tratava aquela situação homo com a maior naturalidade, rezando para que sobrasse uma beirinha pra mim! As meninas diziam: “O Barrozo é muito legal, ele é ótimo! Que menino bonzinho”, então a minha lésbica perguntou se podiam ficar mais a vontade, eu disse que lógico! Começaram a se beijar, e eu mordendo o beiço fingindo que aquilo não levantava o Barrinho. O vinho foi pegando, o clima esquentando, percebi que minha lésbica favorita era o homem da relação. Elas tiraram a roupa, e se roçar naquele balé lésbico clássico! Me pegaram num 5 contra 1 e começaram a rir, eu disse: “Podem continuar, curtam do jeito de vocês que vou curtir do meu jeito!” e a putaria rolou solta.

 

Comecei as poucos a entrar na brincadeira, beijava uma aqui, uma lambidinha ali, pedia um afago no Barrinho, mas minhas investidas na minha lésbica (ela era a mais gata) eram sempre rechaçadas. Ela realmente era homossexual e só curtia mulheres, percebendo esta premissa tentei investir em outra. Acabei penetrando uma moreninha mion, mas bem bonitinha, as outras duas eram uma gordinha feia e uma ruiva comestível, mas com a lanternagem meio feiosa. Esta foi a cena mais chocante da minha vida, quatro mulheres e eu no meio, e eu só paguei uma garrafa de vinho! Fiquei bem limitado, pois a mulher macho não me aceitou muito bem, e ficava realmente brecando minhas tentativas, mas consegui chegar onde queria.

 

No dia seguinte, quando sai da minha barraca, me deparei com a moreninha e com a ruiva, dei um bom dia e tive como resposta um “Que noite, hein?”, resolvi utilizar uma estratégia de desprezo:

- É foi boazinha…

- Boazinha? Como assim? Barrozo, tenho certeza que você nunca teve quatro mulheres só pra você!

- Realmente nunca tive, nem ontem… Sabe como é? O negócio foi meio travado pra mim, não pude fazer da maneira que eu gosto, da minha maneira! – Porra nenhuma, tinha sido maravilhoso pra mim, mas eu queria mais!

- Sério? E como é que você gosta?

Nessa horas as duas “macho da relação” estavam na praia, apenas as duas mais menininhas, mais “bi” estavam sós e com vontade de me dar! Não tive dúvida, arrastei para barraca delas e ai sim eu pude me deliciar com duas mulheres. Beijos triplos, chupetas duplas, helicóptero, e todas as demais técnicas de ménage a trois estudadas em anos de vídeos eróticos, foram utilizadas nesta manhã de sábado. Para mim, o sexo perdeu um pouco do seu sabor depois deste dia.

 

Infelizmente, os “namorados” se sentiram traídas e disseram que eu era um Safado e só queria seduzi-las para transar! Fui descoberto… Acabamos ficando o restante do sábado e o domingo em Pipa, mas as quatro garotas não trocaram mais uma palavra comigo.

 

Moral: Saber interpretar é ser quem você quiser. Seja sempre o que ELA quer, até que lhe seja conveniente!

A Barraca de Lesbos (parte 1)

Essa é aquele tipo de história que, de tão surreal, prefiro não contá-la numa mesa de bar. Mas alguns fatos pessoais me fizeram repensá-la e resolvi abrir para vocês, poucos leitores. A aproximadamente um par de anos combinei com mais dois amigos de fazer um acampamento. A idéia inicial consistia em não saber para onde ir, até chegar lá. Nos encontramos num posto de gasolina na saída da cidade, com todo o material necessário e começamos a decidir se íamos para o SUL ou NORTE. Rumamos para o norte em direção a, até então desconhecida, felicidade.

 

Com a conversa agradável, relembrando acampamentos antigos e nossa expectativa de acampar numa praia deserta, tendo que se virar para pegar peixe, fazer fogo, tomar banho, e tudo que precisaríamos para sobreviver nesse final de semana, fomos bater no Rio Grande do Norte, e já estava bem tarde. Resolvemos acampar na praia da Pipa e no dia seguinte acordar muito cedo e escolher uma outra praia para passarmos o dia. Foi no camping de Pipa que conhecemos quatro garotas bem alternativas que estavam na barraca ao lado. Resolvemos curtir a balada da cidade, e eu passei a noite toda querendo uma das 4 alternativas, e nada de rolar, só rolou muita bebida e brincadeiras do tipo “os vizinhos do camping”. Na volta para as barracas as meninas voltaram mais na frente e do nada começaram a se beijar, as quatro! Eu e os bro ficamos DE CARA! Maiki porra é essa????

 

Chegando no camping entramos na barraca, elas também já haviam se recolhido, não consegui resisti à curiosidade, resolvei ir ver o que estava rolando, sai da minha barraca e fui espiar por uma das saídas de ar da barraca delas. Foi quando me deparei com a segunda cena mais chocante da minha vida, estavam as quatro semi-nuas e se lambendo loucamente. Achei que estava participando da gravação de um filme pornô! Aquilo parecia carrinho de picolé chegando em praia cheia de crianças, era linguada pra todo lado. Outro Brother chegou pra avaliar a situação, mas ele acabou suspirando alto demais, e uma delas, justo a que eu quis pegar, saiu da barraca, corri pra minha barraca e o donzelo continuou lá, acabou levando uma panelada na cabeça e gerando o maior tumulto. Apartei a briga, e dizia para ele: “rapaz, deixe de invadir a privacidade das meninas, você não tem nada o que ficar olhando, que idiotice…”. Enquanto levava a minha lésbica para sua barraca, vi que a panela estava completamente distorcida, e que aquele cara ia ter mais dor de cabeça que o normal no dia seguinte.

 

Para apaziguar a confusão, corri num boteco próximo e comprei um botijão de vinho (daquele Carreteiro de 5 litros) e levei para presentear as meninas. Entrei na barraca e disse: “Hoje a gente vai escovar os dentes com vinho, vamos tomar uma e esquecer o que esse babaca fez!”.

 

Agora eu estava na Barraca de Lesbos!

 

To be continued…

Continua num próximo post!