Textos categorizados 'Natal'

Missão “Final de Semana” by Barrozo

Inicialmente tive a intenção de escrever um e-mail aos melhores amigos, contando as minhas pretensões para um final de semana especial, vi que poderia desenvolver um bom assunto e então pensei: Por que não escrever no Comida pra Macho?

De fato, estou um pouco envergonhado por não comparecer aqui. O amigo Jimbow tem preenchido este vazio, mas a minha desculpa é boa e sincera, estou numa correria tão grande que o cansaço mental não me permite mais pensar em escrever. Por outro lado, estou cheio de novidades, histórias boas para contar, receitas novas para desenvolver e quem sabe em breve volto a comparecer com mais freqüência… Mas vamos ao que interessa: a missão do final de semana.

Convém explanar o que vem acontecendo comigo de uns meses para cá; posso dizer que venho prezando pelo qualitativo ante o quantitativo, tive bons momentos como o carnaval em Caicó, os finais de semana de janeiro e em todos estes feriados que o Brasil faz questão de nos presentear. Conheci várias garotas e por acaso, algumas de Natal.

No último final de semana resolvi visitar o paraíso nordestino (Natal-RN) por conta do ARRAIASA, uma festa com Asa de Águia e algumas bandas de forró. O diferencial desta viagem é que resolvi ir sozinho. Normalmente viajo acompanhado de amigos que acabam com qualquer intenção de ter um momento de privacidade com as novas “amigas” nativas. Em outras palavras: é impossível comer uma garota em Natal com o quarto cheio de macho.

Voltando ao assunto, reservei um apartamento só pra mim e me mandei. Foram 4 horas viajando de carro, feliz e premeditando encontros e situações que acabavam no quarto, mais especificamente na cama, ou melhor, lavando o pequeno Barrozo na pia do banheiro (acho que deu pra entender o princípio, meio e fim dos meus planos). Tratei de organizar a minha agenda, determinei quem iria encontrar e qual o horário dedicado a cada uma das visitas.

Mas, como era de se esperar, nada deu certo! Algo demasiadamente planejado nunca funciona, e com o meu final de semana não tinha como ser diferente. A primeira escolhida não pode me visitar, tive que encaixar a segunda que se atrasou. Acabei indo para o show sozinho e já que estava só, pretendia permanecer desacompanhado e curtir o show “à moda pernambucana”. Porém encontrei a número 1 na entrada, perdi muito tempo até conseguir me esquivar dela, aproveitei para “me jogar nas pretas”, mas logo percebi que devia voltar para candidata inicial e tentar voltar acompanhado para o ap. Não deu certo! Ela teve que dirigir para uma amiga bebada… Resolvi nem ligar pra 3ª escolhida que pretendia ver no domingo, resolvi almoçar no melhor restaurante da cidade, o Camarões Potiguar, pois tinha certeza que ao menos daquele local eu sairia satisfeito.

Conclusão: 4 horas de viagem calado, ponderando sobre o quanto minha criatividade me prejudica.

By Barrozo

Se fudendo no Carnatal 2008.

Em 2008 fui pela primeira vez para o Carnatal, sempre ouvi ótimos comentários sobre a festa, mas nunca tive oportunidade de ir, pois sempre acontecia algum imprevisto que me faziam cancelar a viagem. O Carnatal é uma mistura de Natal (mulheres gatas e fáceis) com Carnaval (putaria), Carnaval + Natal = Carnatal. Nem preciso dizer que gostei, né? Afinal, com uma receita como esta não tem como dar errado.

 

Nos dois dias que saí, o bloco começou cedo e eu e meus amigos acabamos saindo com pressa sem fazer um esquenta, o começo do bloco era sempre monótono, sóbrio só conseguia achar aquilo uma grande basbaquice, um bando de retardado correndo atrás de um caminhão tocando musica baiana dentro de um corredor cheio de camarotes com pessoas acompanhando todos os seus movimentos, que tipo de ser pode gostar disso!? Mas foi só sair do corredor da folia, para o álcool fazer efeito, tudo ficar uma maravilha e a pegação rolar sem limites de credo, raça ou cor!

 

Mas algo nunca tinha me acontecido, no meio do bloco conheci uma menina de Fortaleza, quando falei que era de Recife recebi um sorriso imediato e a seguinte frase: “Fortaleza e Recife…” não tive dúvida e completei: “… COMBINAM!” e tasquei um beijo. Continuamos juntos até que ela se perdeu das amigas, os meus já tinham sumido há tempos, percebi que ela estava ficando bêbada demais, e propus irmos para o meu hotel, ela gostou da idéia, mas preferiu ir depois e ficar mais tempo no bloco. Porém ela continuou bebendo e bebendo e bebendo e começou a tropeçar e passar mal.

 

Foi ai que o pesadelo começou, eu odeio gente bêbada e não tenho paciência para cuidar de animais, ainda tentei ajudar a cearense, comprei um refrigerante pra ela e dois goles foram suficientes pra vomitar tudo – EM MIM! Carreguei-a até um táxi e tentei despachar, mas o taxista não sabia onde ela morava, ela também não conseguia falar e eu tive pena daquele ser, voltei para o caminho dos blocos. A essa altura o meu bloco já tinha passado e o seguinte já estava chegando quando tive uma ótima idéia.

 

Pensei bem e vi que não valia a pena perder o meu carnatal por alguém que não soube brincar, também não tive a mínima culpa se as amigas não ficaram juntas, e sabe o que mais, nem amigo dela eu era. Sendo mais objetivo, vi que não havia possibilidades de sexo naquela noite, então pra que ficar com aquele mamulengo (ela já não se agüentava em pé)?

 

Sentei-a no chão, disse que ia buscar um táxi para ela e voltava rápido, ela dizia: “Não me deixe, cuida de mim, fica comigo, por favor!”. Foda-se! Virei e sai vagarosamente, com aquele ar de quem vai voltar, mas foi só ela me perder de vista pra sair correndo de volta pro meu bloco! Fiquei feliz e pulei de alegria de ter conseguido me livrar do pesadelo. Foda foi quando coloquei a mão no bolso e vi que todo o dinheiro dela, que eu tinha pego dela quando entramos no táxi estava comigo, resumindo: abandonei a menina bêbada, sozinha e sem um real, será que ela se fudeu?

 

Manchete na televisão no dia seguinte: “Garota de 20 anos some no Carnatal ontem!”! Aff… Melhor nem saber no que deu!

Natal: como fazer uma cidade!

Toda comunidade possui suas características particulares, e certas atitudes e formas de pensamento de algumas cidades chamam a atenção. No Recife, o dinheiro é algo muito valorizado, existem lugares freqüentados por quem não tem, lugares para quem tem, e outros pra quem tem mais ainda. E estas classes praticamente não se “comunicam”. Consequentemente, a boçalidade torna-se algo freqüente nas baladas. E as “chatas de Recife” nacionalmente conhecidas.

 

Existem também tradições e costumes de geração passadas, que não fazem sentido algum na atualidade, por exemplo: Maceió, a terra do sexo anal! Por ser habitada, inicialmente, por famílias de donos de engenhos e usinas de cana-de-açúcar da região, demasiadamente patriarcais, acreditavam que as filhas deveriam casar virgens e ai… Nem preciso falar, né? E por incrível que pareça, até hoje a turma curte essa modalidade de sexo.


Eu amo Natal (RN), particularmente as mulheres de Natal. Lá é cheio de loirinhas gostosas (com pernas e bundas lindas), e elas são bem acessíveis, você consegue puxar um papo e pegar com facilidade, sem que elas virem a cara (sem motivos), como muitas do Recife. E alguns dos motivos para isso é que por possuir uma posição geográfica favorável, Natal, durante a Segunda Guerra Mundial, foi invadida por um grande contingente militar brasileiro e de aliados (normalmente americanos), e muitos destes americanos se fixaram (até hoje há uma base da NASA) e deram sua contribuição genética ai que hoje são as garotas de Natal. Para completar a receita, o relevo acidentado cheio de dunas tornou a cidade numa “academia” gratuita para as colegiais que inocentemente sobem e descem ladeiras, diariamente, torneando suas pernas e bundas para sempre! Algo inexplicável, até agora, é a quantidade bem superior de mulheres, e a grande quantidade de homens homossexuais. Resumindo, sobra mulher, e falta homem, então elas não perdem a chance de arrumar um “bom partido”. Obrigados a conviver com as chatas, os homens de Recife, verdadeiros atiradores de elite, se dão super-bem com as meninas “fáceis” (se usarmos o parâmetro recifense) de Natal.

 

Este final de semana rolou TRIVELA em Natal, um fenômeno de êxodo à parte, onde você pode escolher de qual jurisdição vai catar: “Hoje vou pegar duas de Recife, sete de Natal, três de João Pessoa e cinco de Fortaleza!”. Eu participei desse grande evento, e depois narro pra vocês como funciona por lá!