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Garota de Natal

Um show de axé em Natal é sempre um bom motivo pra combinar a viagem, não gosto de Trivelas ou shows do gênero, mas sou obrigado a concordar que a farra é sempre boa, muita mulher linda e acessível, não vou usar o termo fácil porque fácil são as meninas de Fortaleza, em Natal você precisa mostrar que é interessante, em Fortaleza você consegue zerar um grupo de 6 amigas (beijar todas em seqüência) sem fazer muito rodeio!

Nessa viagem aproveitei para encontrar uma potiguar* que conheci no São João, na ocasião ela estava apenas com as amigas, mas havia deixado um namorado de mais de 5 anos na cidade (N/n)atal. Passamos dois dias do feriado juntos, sempre abraçados, trocando selinhos, mas não nos beijamos, pois ela não queria “desrespeitar o Corno”**. Dias depois, ela acabou o namoro e as declarações apaixonadas invadiram meu orkut e meu celular em spams de SMS (como diz o Cafa) quase sempre ignoradas, tive que ir dar um trato nela!

Depois de toda a expectativa de 1 mês, sai com a Potiguar em Natal e foi muito bom, ela estava com uma roupa curtinha, e pude ver que o corpo dela era melhor do que eu esperava, peitos, bunda e pernas grandes, interligados por uma cintura fina e uma barriga batidinha, o beijo sensacional, depois de algumas drinks de frutas tropicais, e um papo romântico (é fácil ser romântico com alguém que você sabe que vai demorar para reencontrar) ficou fácil de levar ela pra conhecer o meu quarto de hotel. Valeu a viagem.

Nos dias seguintes, chuva de SMS, mulher que acaba um namoro de muito tempo, tende a atuar como se continuasse namorando a muito tempo. As mensagens eram cheias de palavras carinhosas dizendo que tinha adorado, que eu era o mais lindo, que foi o melhor fim de semana da vida, beijo gostoso (porra, acho que tanto eu quanto ela ficamos em dúvida se no beijo ia rolar uma química, visto que a gente não tinha se beijado no São João - rolou!), respondi as mensagens pois pretendo beliscar na próxima viagem para a cidade do sol, essa vai pra geladeira!

*Os habitantes do Rio Grande do Norte são chamados de potiguar, referência à antiga tribo indígena local, que com piratas franceses dificultaram bastante a colonização Portuguesa. O interessante é que pouquíssimas pessoas sabem que Potiguar significa “comedor de camarão” em tupi guarani (Poti – camarão, guar – comer). Cansei de usar essa explicação como xaveco, as meninas adoram!

Para gastroseduzir: Quando for a Natal não deixem de conhecer o Restaurante Camarões, existem duas versões do restaurante, a mais antiga com pratos mais tradicionais, de um bom gosto fora do comum (recomendo o Camarão Ponta Negra – empanado com queijo catupiry) e em outro ambiente, próximo a praia, um cardápio com pratos mais elaborados mantendo a mesma qualidade do primeiro. Ambos ficam no bairro de Puta Ponta Negra.

Natal: como fazer uma cidade!

Toda comunidade possui suas características particulares, e certas atitudes e formas de pensamento de algumas cidades chamam a atenção. No Recife, o dinheiro é algo muito valorizado, existem lugares freqüentados por quem não tem, lugares para quem tem, e outros pra quem tem mais ainda. E estas classes praticamente não se “comunicam”. Consequentemente, a boçalidade torna-se algo freqüente nas baladas. E as “chatas de Recife” nacionalmente conhecidas.

 

Existem também tradições e costumes de geração passadas, que não fazem sentido algum na atualidade, por exemplo: Maceió, a terra do sexo anal! Por ser habitada, inicialmente, por famílias de donos de engenhos e usinas de cana-de-açúcar da região, demasiadamente patriarcais, acreditavam que as filhas deveriam casar virgens e ai… Nem preciso falar, né? E por incrível que pareça, até hoje a turma curte essa modalidade de sexo.


Eu amo Natal (RN), particularmente as mulheres de Natal. Lá é cheio de loirinhas gostosas (com pernas e bundas lindas), e elas são bem acessíveis, você consegue puxar um papo e pegar com facilidade, sem que elas virem a cara (sem motivos), como muitas do Recife. E alguns dos motivos para isso é que por possuir uma posição geográfica favorável, Natal, durante a Segunda Guerra Mundial, foi invadida por um grande contingente militar brasileiro e de aliados (normalmente americanos), e muitos destes americanos se fixaram (até hoje há uma base da NASA) e deram sua contribuição genética ai que hoje são as garotas de Natal. Para completar a receita, o relevo acidentado cheio de dunas tornou a cidade numa “academia” gratuita para as colegiais que inocentemente sobem e descem ladeiras, diariamente, torneando suas pernas e bundas para sempre! Algo inexplicável, até agora, é a quantidade bem superior de mulheres, e a grande quantidade de homens homossexuais. Resumindo, sobra mulher, e falta homem, então elas não perdem a chance de arrumar um “bom partido”. Obrigados a conviver com as chatas, os homens de Recife, verdadeiros atiradores de elite, se dão super-bem com as meninas “fáceis” (se usarmos o parâmetro recifense) de Natal.

 

Este final de semana rolou TRIVELA em Natal, um fenômeno de êxodo à parte, onde você pode escolher de qual jurisdição vai catar: “Hoje vou pegar duas de Recife, sete de Natal, três de João Pessoa e cinco de Fortaleza!”. Eu participei desse grande evento, e depois narro pra vocês como funciona por lá!