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Casualidades da vida. (By Barrozo)

Ok, sexo casual não é bom! Sexo é sempre bom, o casual só é menos bom. Quando você faz com alguém que não conhece ou alguém que não te interesse, normalmente você não tem o mesmo tesão de quando já conhece e pretende – previamente – transar com ela. Uma boa noite de sexo envolve todos os sentidos inclusive a imaginação. Não estou falando de criatividade, você pode ser criativo enquanto transa com uma estranha, falo da imagem que você possui de uma pessoa antes de comê-la. É muito melhor quando você finalmente consegue transar com aquela certinha a qual você já investe há um tempo, ou quando você transa com aquela safada que algum amigo comentou e você sempre quis experimentar. Comer alguém sem conhecer é como experimentar um prato exótico, se a aparência não for boa você pensa duas vezes antes de colocar a boca e você só saberá se gostou depois que de fato tiver experimentado.

Para mim, a melhor parte do sexo casual é depois do serviço feito, olhar pra cima e agradecer aos céus por deixar cair certas figuras bem no meu caminho e me proporcionar experiências diferentes do normal é muito mais gratificante do que o simples prazer carnal.

Há poucos dias, num dos vários feriadões que ocorrem no Brasil, fui obrigado a viajar à trabalho para o interior; eu já havia visitado aquela cidade diversas vezes, porém nunca tive coragem de sair do hotel para visitar algo que não fosse o meu escritório. Neste dia, por ser um feriado, resolvi que deveria ir até o bar mais próximo tomar uma cerveja solitariamente e digitar bobagens no twitter. Tudo ocorria dentro do previsto quando uma garota sentou ao meu lado no balcão e perguntou o que eu estava fazendo há tanto tempo no celular, pensei em falar de smartphones – desisti! Conversamos sobre a vida, o universo e tudo mais, e após várias garrafas de cerveja fora do previsto, resolvi voltar ao hotel levando uma nova hóspede. Já estava amanhecendo quando deixei a garota em casa, anotei seu telefone o qual obviamente nunca liguei. O sexo inesperado foi legal, mas ela não era o meu tipo, nem despertou nenhum interesse maior do que mais uma história pra contar.

Em outra ocasião, após uma sexta-feira de muito trabalho, estava voltando pra casa morrendo de vontade de fumar, porém sem nenhum isqueiro no carro fui obrigado a parar num posto de gasolina e avistei duas garotas fumando, uma delas era uma grande amiga que não encontrava há muito tempo, a outra apenas uma desconhecida. Conversa boa, cerveja e cigarro foram os ingredientes para que minha breve pausa no posto se tornasse numa noite de farra! Por fim, fui convidado para continuar aquele encontro casual na casa da desconhecida. Neguei, estava louco pra dormir desacompanhado na minha nobre cama, mas elas insistiram até me sentir obrigado a ir. Eu estava puto, querendo ir embora, quando a desconhecida se jogou em mim e a nossa amiga resolveu ir dormir. Os pais da desconhecida estavam em casa e a gente teve que ir sorrateiramente para um quarto de hospedes, onde ela resolveu NÃO me dar! Quanto mais ela se esfregava em mim e negava os finalmentes mais eu desejava estar desacompanhado em minha cama. Até o momento em que ela me concedeu um relaxamento oral. Satisfeito, eu só pensava em ir embora e ela insistia pra eu ficar mais! Eu estava quase fugindo quando ela – sem nenhum motivo aparente, visto que minha única atitude naquele momento era dizer que queria ir pra casa – baixou a calça e ficou convidativamente de quatro! Eu juro que ainda pensei em aproveitar que ela estava de costas e finalmente fugir, mas tive que fazer meu papel de macho!
Após a segunda rodada de “leite”, consegui convencê-la de que estava na minha hora de ir. Essa noite foi uma merda, o prato não era dos mais atraentes, mas afinal, quem é que já parou num posto de gasolina para acender um cigarro as dez da noite e acabou chegando em casa no outro dia de manhã após uma noite de sexo?

Só tenho que agradecer muito por estas casualidades!

Beijo Triplo.

Chega o carnaval e com ele a realização de alguns sonhos menos acessíveis. E no clima de prévia carnavalesca, cerveja e muito sucesso, conheci uma menina que fazia o estilo que chamamos de punkzinha. Dezessete aninhos, branquinha, rostinho delicado, cabelo bem escuro contrastando com a pele e um piercing no canto do lábio dando o grand finale! 

Uma é pouco, duas é bom, três é melhor ainda!
Uma é pouco, duas é bom, três é melhor ainda!

 

Não recordo como cheguei nela, lembro-me apenas de beijá-la preocupado em não machucá-la no adorno labial, e posteriormente, lembro-me do seu convite para irmos a uma rua menos movimentada com mais duas amigas. Compreendi rapidamente que um clima de homossexualismo estava rolando no ar, indaguei quem era que gostava de mulher ali, e ela riu dizendo: todas! Ela adorou minha naturalidade com o assunto, brinquei dizendo que já estava enjoado de beijo triplo, falei de experiências anteriores e o quanto foi comum ficar com duas meninas ao mesmo tempo quando era mais jovem, e realmente fazia muito tempo que isso não acontecia comigo. Fiquei excitado.

 

E como tinha que ser, a pegação rolou solta, naquele grupo de quatro pessoas, três mulheres e eu, ninguém era de ninguém elas se beijavam loucamente, eu entrava no meio, eu era beijado e lambido pelas três… Impressionei por ser um cara mais velho e apesar de ter cara de riquinho, interagia com naturalidade naquela situação underground. E posso dizer: Elas são underground! Típicas menininhas do Recife Antigo, um era mais feminina que as outras, mas todas curtiam muito o bissexualismo, se não me engano uma delas tinha acabado de acabar um namoro com outra menina.

 

Fiz questão de levá-las em casa depois da festa, ligar no dia seguinte… E garanto, vão virar comida pra macho!

 

O segredo nessas situações é agir estrategicamente, incorporar um personagem, este personagem vai agir com naturalidade, ele não vai ficar babando enquanto ver as meninas se beijarem. Essas meninas gostam de caras descolados, que acham aquilo normal… É bom falar que tem uns amigos gays, e que eles são super gente boa, mas deixando sempre claro que é hétero e não curte homens. Tem que entrar na delas, é como se elas tivessem um tabuleiro e você tem um peão, você coloca seu peão no tabuleiro delas e joga o jogo delas, nas regras delas, mas quem joga o dado é você, entendeu? E para finalizar é só marcar de beber uma gelatina sensual com elas, não ficar tarando pra cima delas, deixa rolar a putaria da embriagues e finalmente entra nessa brincadeira de beijar dois ou três ao mesmo tempo e quem sabe isso não vai bater num motel? É bom tirar umas fotos dos beijos, com isso elas vão se acostumando e pegando mais intimidade e quando ficarem bêbadas, quem sabe elas não tiram fotos mais legais? Lembre-se que elas são apenas meninas doidinhas e inconsequentes e essa ondinha de sair se pegando, sem limites nem regras, sempre foi moda entre essas doidinhas do Recife Antigo, quem é de Recife já sabe onde caçar!

Como comer uma mulher casada?

Inicialmente gostaria de deixar claro que não sou a favor da traição, penso que nenhum homem deveria ser traído, nem os que merecem. Acredito veemente na teoria de que no mundo já existe mais mulher do que homem justamente pra sempre haver mulher solteira, então com tanta oferta, pra que procurar o que não nos pertence? Mas sei que tem gente com uns tesões malucos, isso é coisa de quem não fez esporte na infância, não sabe competir honestamente e fica dando golpe pelas costas. Também não vou ser hipócrita e dizer que nunca o fiz, já peguei mulher casada sim, a critério de experiência, afinal como eu ia ensinar vocês? Então para agradar alguns muitos Batmans que curtem dividir a caverna com outros morcegos segue a dica.

 

Estava conversando com um amigo esta semana e ele veio me dizendo:

- Comi uma mina casada, essa semana.

- Sério? Casada mesmo?

- Ela tem até um filhinho…

- Putz, e ai?

- Rapaz, o marido dela é meio mala, não coloca dinheiro em casa, só pensa em fumar maconha, meio poeta, meio alternativo. Ela é riquinha de família, meio desequilibrada, ela disse até que ele nem era um bom pai, então…

- Então você que é um cara totalmente compreensivo e acha uma injustiça uma pessoa tão boa como ela passar por essa situação e então que de alguma forma quase inexplicável rolou uma sintonia entre vocês, que se transformou em atração e antes de pensar duas vezes estavam possuídos de desejo e então finalmente arrolentrou!

- Foi. Como você sabe?

- Rum… Conta outra!

 

Pessoas casadas têm problemas, pode ser dinheiro, afetivo, familiar, o que for, o segredo é conseguir identificar o real problema. Pra identificar é muito fácil, se você encontra uma casada na balada sem o marido, por exemplo, se coloque no lugar dela e imagine o que faria você estar agindo exatamente como ela! Depois é só soltar a conversa.

 

No início se mostre um cara compreensivo e compartilhe com ela seu desprezo por homens que não dão um futuro pra suas mulheres! Mesmo se você for este tipo homem!

Depois fale com um tom calmo e frio o quanto devia estar sendo difícil para ela, mas que tudo vem pra um bem maior… Até defenda o corno, dizendo que ele é um cara que não está roubando nem matando ninguém (use um problema muuuito maior do que o real para defendê-lo), mas que ele deveria, na idade que tem, saber que não é legal estar colocando a filha dele nesse mundo de jogatina (use jogatina, droga, bebida, vício, dificuldade econômica, ou qual for o problema que você identificou)! Porém, ela poderia ter pensado melhor antes de se casar porque ela é jovem e LINDA (com aquele tom de voz de quem acredita no que está falando) pra se colocar nessa situação, porque ela tem muito potencial e bla bla bla bla bla… Use um gerador de lero-lero para concluir seu pensamento.

 

Agora, caro Batman, é sócume!  

Se fudendo no Carnatal 2008.

Em 2008 fui pela primeira vez para o Carnatal, sempre ouvi ótimos comentários sobre a festa, mas nunca tive oportunidade de ir, pois sempre acontecia algum imprevisto que me faziam cancelar a viagem. O Carnatal é uma mistura de Natal (mulheres gatas e fáceis) com Carnaval (putaria), Carnaval + Natal = Carnatal. Nem preciso dizer que gostei, né? Afinal, com uma receita como esta não tem como dar errado.

 

Nos dois dias que saí, o bloco começou cedo e eu e meus amigos acabamos saindo com pressa sem fazer um esquenta, o começo do bloco era sempre monótono, sóbrio só conseguia achar aquilo uma grande basbaquice, um bando de retardado correndo atrás de um caminhão tocando musica baiana dentro de um corredor cheio de camarotes com pessoas acompanhando todos os seus movimentos, que tipo de ser pode gostar disso!? Mas foi só sair do corredor da folia, para o álcool fazer efeito, tudo ficar uma maravilha e a pegação rolar sem limites de credo, raça ou cor!

 

Mas algo nunca tinha me acontecido, no meio do bloco conheci uma menina de Fortaleza, quando falei que era de Recife recebi um sorriso imediato e a seguinte frase: “Fortaleza e Recife…” não tive dúvida e completei: “… COMBINAM!” e tasquei um beijo. Continuamos juntos até que ela se perdeu das amigas, os meus já tinham sumido há tempos, percebi que ela estava ficando bêbada demais, e propus irmos para o meu hotel, ela gostou da idéia, mas preferiu ir depois e ficar mais tempo no bloco. Porém ela continuou bebendo e bebendo e bebendo e começou a tropeçar e passar mal.

 

Foi ai que o pesadelo começou, eu odeio gente bêbada e não tenho paciência para cuidar de animais, ainda tentei ajudar a cearense, comprei um refrigerante pra ela e dois goles foram suficientes pra vomitar tudo – EM MIM! Carreguei-a até um táxi e tentei despachar, mas o taxista não sabia onde ela morava, ela também não conseguia falar e eu tive pena daquele ser, voltei para o caminho dos blocos. A essa altura o meu bloco já tinha passado e o seguinte já estava chegando quando tive uma ótima idéia.

 

Pensei bem e vi que não valia a pena perder o meu carnatal por alguém que não soube brincar, também não tive a mínima culpa se as amigas não ficaram juntas, e sabe o que mais, nem amigo dela eu era. Sendo mais objetivo, vi que não havia possibilidades de sexo naquela noite, então pra que ficar com aquele mamulengo (ela já não se agüentava em pé)?

 

Sentei-a no chão, disse que ia buscar um táxi para ela e voltava rápido, ela dizia: “Não me deixe, cuida de mim, fica comigo, por favor!”. Foda-se! Virei e sai vagarosamente, com aquele ar de quem vai voltar, mas foi só ela me perder de vista pra sair correndo de volta pro meu bloco! Fiquei feliz e pulei de alegria de ter conseguido me livrar do pesadelo. Foda foi quando coloquei a mão no bolso e vi que todo o dinheiro dela, que eu tinha pego dela quando entramos no táxi estava comigo, resumindo: abandonei a menina bêbada, sozinha e sem um real, será que ela se fudeu?

 

Manchete na televisão no dia seguinte: “Garota de 20 anos some no Carnatal ontem!”! Aff… Melhor nem saber no que deu!

O Canalha, o Cafajeste, e o Cabra Safado…

Aproveitando a deixa do Cafa (Manual do Cafajeste), que fez o favor de diferenciar o canalha do cafajeste, vou detalhar o Cabra Safado, uma espécie tipicamente nordestina, que migrou em busca de uma vida melhor para outras partes do país, onde o sol não queima tanto o juízo, mas manteve seus aspectos peculiares:

 

1-) O canalha transa com uma garota e sai contando pra todos os seus amigos pra tirar vantagem e descarta ela da sua lista.

O cafajeste transa, conta só pra seus amigos mais chegados, mas mantém contato com a garota. Afinal ele pode precisar dos seus favores quando tiver na seca.

O Cabra Safado conta pros seus amigos, se tiver bêbado conta pra todo mundo, mas ele não se prende por muito tempo, usa duas ou três vezes, se for boa mesmo usa até mais, e de depois passa pra frente, até por que: “Passar uma mulher pra trás é fácil, difícil é passar ela pra frente!”

 

2-) O canalha sai beijando todas que ve pela frente na balada. É muito legal ficar disputando com os amigos quem beija mais (afinal seu cérebro parou de se desenvolver aos 14 anos de idade).

O cafajeste escolhe uma só, a mais interessante. Fica com ela a noite toda, troca até contatos, por que se não sair do lugar pra transar com ela, vai transar num outro dia.

O Cabra Safado sabe atuar das duas maneiras, na micareta pega todas, como um retardado, mas não passa uma sem fazer uma jura de amor, pega o telefone das mais gostosas para tentar um after. Na balada, ele começa dando em cima das bonitas, passa um tempo, se perceber que não vai rolar algo mais, vai para a próxima, um pouco mais feia, se não conseguir um “plus”, passa para as barangas… E se as outras o verem? Fodam-se, os fins justificam os meios!

 

3-) O canalha não sabe tratar bem uma mulher. É grosso, mal-educado, destrata pessoas humildes ou empregados como prova de superioridade.

O cafajeste sabe quando e que intensidade agradar. Compra chocolate, bichinhos-bonitinhos-de-pelúcia e leva a restaurantes finos, com o único objetivo de fazer a mulher se sentir valorizada e assim alcançar seu objetivo, sexo.

O Cabra Safado trata bem, até a hora de dar um pé na bunda, ai ele começará a chamá-la carinhosamente de “cadela fedorenta”, ou algo do gênero.

 

4-) O canalha é burro. Seu senso crítico limita-se a análise do gol mais bonito da semana ou de qual a mais gostosa do Big Brother. O cafajeste sabe se virar em qualquer assunto, se é necessário discutir sobre a moda da estação na frente de mulheres ele vira um estilista, se a garota é fã de Chopin ele se torna um freqüentador de concertos, etc.

O Cabra Safado tem o papo certo para levar a conversa para a sua área de atuação. Por exemplo: se uma arquiteta começa a falar de arquitetura, ele fala de desenho predial, estruturas e ai ta na engenharia civil.

 

5-) O canalha adora aparecer. Estufa o peito na frente das mulheres, faz piadas prontas, é o amigão de todo mundo e só sabe contar vantagem.

O cafajeste não precisa de auto-promoção, o boca a boca é feito pelas próprias pessoas que estão ao seu redor. Ele se adapta ao ambiente mudando sua personalidade de acordo com a ocasião. Ou seja, um é pavão o outro camaleão.

E o Cabra Safado é o Leão! Ele tem sua reputação, as mulheres sabem de quem se trata, quando chega no seu habitat natural, ele se sente o rei! E já que estamos na selva: “Um homem sem cultura é como uma zebra sem listras!”, para os mais lentos, uma zebra sem listra é um jumento, hã hã? Se ligou agora?

 

6-) O canalha mente. O cafajeste omite.

O Cabra Safado “omente”. Esconda seus defeitos e conte umas mentirinhas a mais, não há problema em multiplicar tudo por 1,5. Mas o equilíbrio é sempre importante.

 

7-) O canalha não sabe elogiar (ou xavecar, como se diz em sampa). Quando o faz é tão ruim que se torna uma cantada de pião, “uau, que gata!”, “que delicia”, “o la em casa”.

O cafajeste sabe elogiar os pontos-chaves da mulher, “nossa, lindo o seu cabelo”, “que sorriso”, “você emagreceu?”.

O Cabra Safado sabe conversar, ele nunca vai perceber um cabelo diferente, ou um sorriso clareado, mais vai chegar no “que delicia” com suavidade!

 

8 -) O canalha não sabe cuidar de mais de uma mulher. Acaba confundindo nomes, esquece de ligar pra uma, dá mais atenção pra outra, deixa pistas, etc.

O cafajeste sabe tratar todas por igual, quando não está afim de sair com uma ele liga ou manda um sms “bonitinho” pra não perder contato. E mesmo que a mulher saiba que ele é um cafajeste, ele a faz crer que é especial e que pode rolar algo sério.

O Cabra Safado tem seu ranking: todas merecem uma, poucas merecem duas, nenhuma merece três!

 

9-) O canalha deixa pista. Seu scrapbook é lotado de recadinhos de mulheres, no subtitle do seu msn ele cita nomes de mulheres, seu celular está cheio de mensagens comprometedoras e sua mãe sempre entrega o jogo (”o x saiu com uma amiga”).

O cafajeste apaga todas as pistas, seu scrapbook é apagado diariamente, o msn tem nicks abrangentes que podem ser adaptados pra qualquer uma (”Que saudades de você”), o celular nunca tem mensagens, e sua mãe é grande aliada pois ele sempre diz pra ela que foi na casa de um amigo.

“Eu juro que são todas minhas amigas de infância!”

 

10-) Canalha é substantivo, cafajeste adjetivo.

Cabra Safado é objeto direto! Créu!

 

Porra, gostei de fazer isso, vou tungar mais textos alheios!

Esse é pra brindar!

“Transar é arte

Gozar faz parte.

Engravidar tá na moda

Assumir é que é foda!”