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Tudo pode acontecer em São Paulo.

Quem estava acompanhando o Barrozo no Twitter ficou ciente da minha viagem para São Paulo. Visitar a terra da garoa a lazer é algo muito raro, afinal, São Paulo não me apetece e está longe de ser um lugar com mulheres que atendam estas exigências: bonitas, alegres, ricas, inteligentes, simpáticas e com vontade de me dar – as paulistas normalmente pecam neste último – e mais importante – requisito da minha lista. A única coisa que me fascina em Sampa é a grande variedade de pessoas e por isso noto que coisas estranhas acontecem, sempre!

No sábado passado fui com alguns amigos para o The Joy, na mesa ao lado havia um casal de namorados e uma garota solteira, ela era nota 5,0, não passava por média, mas aprovava na prova final. Num certo momento ela se levantou para ir provavelmente ao banheiro e o casal começou a se beijar freneticamente, quando a garota retornou, percebeu que estava incomodando o casal e foi ai que chamei para sentar na nossa mesa. Advogada, desenhava por hobby, pintava e sonhava em ser designer, eu já sabia o suficiente para começar com os assuntos mais íntimos.

Ela já estava um pouco bêbada e afim de levar uma rolada, fato comprovado quando ela começou a alisar a perna do meu amigo, ao seu lado. Fui com este amigo até o banheiro e combinamos um plano maquiavélico. Voltando na mesa ela começou a alisar a minha perna, quase tocando nos meus bagos! Era o que faltava para executarmos o plano. Disse no ouvido dela que poderíamos ir para um lugar melhor e quando levantamos chamei o brother pra ir junto. No caminho até o apartamento em que estávamos hospedados, compramos mais algumas cervejas para animar a festinha.

Chegando em casa, meu amigo sentou com ela no sofá e começou o sarro! Eu fui até o quarto catar umas camisinhas. Só em São Paulo para uma mulher aceitar ir com dois caras pra um apartamento desconhecido e dar para os dois! Assim que voltei com mais camisinhas, o meu companheiro da aventura já estava terminando o serviço, entrei de imediato em ação sem deixar a advogada suspirar. Ela estava muito louca e excitada, confesso que eu não estava gostando muito da situação – aquela mulher era estranha, porém muito mais do que eu poderia imaginar.

E quando ela parecia que ia explodir de tesão, ela olhou para mim e perguntou – Deixa eu te mostrar uma coisa que me dá muito tesão? – afirmei com a cabeça e então a coisa mais estranha da minha vida aconteceu: ela colocou a mão no cabelo e tirou a peruca!!

Eu fiquei sem reação, estado de choque, não entendi nada! Ela tinha cabelinho de câncer! Muito nojo! Nem preciso dizer que brochei, né? Fiz questão de dizer para ela que em Recife num existe essas coisas e ela foi embora meio caladona – Ahh, foda-se!

Depois me arrependi um pouco da minha atitude… Acho que fui rude, eu deveria ter pedido para ela colocar a cabeleira e tentar continuar aquela batalha, afinal de contas ninguém sabe o dia de amanhã. Esse tipo de coisa bizarra que sempre acontece comigo me faz pensar: “Pior é na guerra, que chove bala e ninguém chupa!”.

Sexo em São Paulo – never more!

O Paraíso fica mais a baixo. (By Barrozo)

Resolvi aproveitar o feriadão e fui visitar um amigo que mora longe. Meu destino era Belo Horizonte – MG. O motivo inicial da viagem era dar uma turistada muito básica e aproveitar as noitadas. Chamei mais alguns amigos do Recife, com a finalidade de formar uma Tropa de Elite, e para minha surpresa foram mais três comigo. Ao total cinco recifenses loucos por diversão, e sem o mínimo senso de noção.

No primeiro dia fomos para Ouro Preto, cidade das Repúblicas Universitárias, chegamos à noite e já saímos para caçar balada. Encontramos apenas um pequeno show, aberto ao público que não estava muito animado. Soubemos do CAEM um PUB onde ia rolar um reggae. No CAEM foi mais animado, enchemos a lata, foi cerveja, cachaça, vinho, vodka e uísque na mesma noite. Tivemos um pequeno problema de percurso, pois um dos soldados arranjou uma confusão com o segurança e acabou indo dormir mais cedo…

No dia seguinte fizemos um breve city tour sem graça pra conhecer umas igrejas tão velhas quanto as de Pernambuco e uma mina de ouro sem ouro. Voltamos à BH e comecei a confirmar o que sempre escutei da cidade; nas paradas de ônibus só tinha mulher, nos carros só tinha mulher, a cidade só tem mulher. À noite na balada pude enfim confirmar uma teoria que pesquiso há anos: quanto mais pro sul mais as mulheres são bonitas, porém mais frias, indo pro norte, vão ficando mais feias, porém mais quentes e simpáticas, então BH que fica no meio do caminho seria o ponto de equilíbrio. E de fato é!

A Swinger’s estava bombando, tinha mulher bonita pra todo lado, era até difícil escolher uma única vítima, por isso alguns dos soldados colocaram várias na conta do papa – foi quando bati o olho numa mineirinha de vistidxin, coisa má linda do mund, sor! Melhor que pão de queijo! Oh trem bão!

Vocês já me conhecem, o final da história é exatamente como estão pensando…

Em tempo: Xúzinha, foi ótimo te conhecer! Beijos!

Se fudendo no Carnatal 2008.

Em 2008 fui pela primeira vez para o Carnatal, sempre ouvi ótimos comentários sobre a festa, mas nunca tive oportunidade de ir, pois sempre acontecia algum imprevisto que me faziam cancelar a viagem. O Carnatal é uma mistura de Natal (mulheres gatas e fáceis) com Carnaval (putaria), Carnaval + Natal = Carnatal. Nem preciso dizer que gostei, né? Afinal, com uma receita como esta não tem como dar errado.

 

Nos dois dias que saí, o bloco começou cedo e eu e meus amigos acabamos saindo com pressa sem fazer um esquenta, o começo do bloco era sempre monótono, sóbrio só conseguia achar aquilo uma grande basbaquice, um bando de retardado correndo atrás de um caminhão tocando musica baiana dentro de um corredor cheio de camarotes com pessoas acompanhando todos os seus movimentos, que tipo de ser pode gostar disso!? Mas foi só sair do corredor da folia, para o álcool fazer efeito, tudo ficar uma maravilha e a pegação rolar sem limites de credo, raça ou cor!

 

Mas algo nunca tinha me acontecido, no meio do bloco conheci uma menina de Fortaleza, quando falei que era de Recife recebi um sorriso imediato e a seguinte frase: “Fortaleza e Recife…” não tive dúvida e completei: “… COMBINAM!” e tasquei um beijo. Continuamos juntos até que ela se perdeu das amigas, os meus já tinham sumido há tempos, percebi que ela estava ficando bêbada demais, e propus irmos para o meu hotel, ela gostou da idéia, mas preferiu ir depois e ficar mais tempo no bloco. Porém ela continuou bebendo e bebendo e bebendo e começou a tropeçar e passar mal.

 

Foi ai que o pesadelo começou, eu odeio gente bêbada e não tenho paciência para cuidar de animais, ainda tentei ajudar a cearense, comprei um refrigerante pra ela e dois goles foram suficientes pra vomitar tudo – EM MIM! Carreguei-a até um táxi e tentei despachar, mas o taxista não sabia onde ela morava, ela também não conseguia falar e eu tive pena daquele ser, voltei para o caminho dos blocos. A essa altura o meu bloco já tinha passado e o seguinte já estava chegando quando tive uma ótima idéia.

 

Pensei bem e vi que não valia a pena perder o meu carnatal por alguém que não soube brincar, também não tive a mínima culpa se as amigas não ficaram juntas, e sabe o que mais, nem amigo dela eu era. Sendo mais objetivo, vi que não havia possibilidades de sexo naquela noite, então pra que ficar com aquele mamulengo (ela já não se agüentava em pé)?

 

Sentei-a no chão, disse que ia buscar um táxi para ela e voltava rápido, ela dizia: “Não me deixe, cuida de mim, fica comigo, por favor!”. Foda-se! Virei e sai vagarosamente, com aquele ar de quem vai voltar, mas foi só ela me perder de vista pra sair correndo de volta pro meu bloco! Fiquei feliz e pulei de alegria de ter conseguido me livrar do pesadelo. Foda foi quando coloquei a mão no bolso e vi que todo o dinheiro dela, que eu tinha pego dela quando entramos no táxi estava comigo, resumindo: abandonei a menina bêbada, sozinha e sem um real, será que ela se fudeu?

 

Manchete na televisão no dia seguinte: “Garota de 20 anos some no Carnatal ontem!”! Aff… Melhor nem saber no que deu!

O primeiro chifre a gente nunca esquece!

Não sei por onde começar esta história, podia contar um pouco sobre o big bang, sobre a teoria da relatividade ou até mesmo do meu primeiro dia na escola, mas posso resumir dizendo que esta história se passou em uma fase conturbadíssima da minha vida, cada dia de existência era um boom de informações, eu iniciava a minha sexualidade, estava tirando a carteirinha de cabra safado profissional, me jogando no mundo das drogas lícitas e levando a primeira grande gaia que me desorientou por completo…

 

Foi neste contexto, que no mês de janeiro do ano de 2003 eu estava passando as férias com os melhores amigos nas praias de Serrambi (PE) e Porto de Galinhas (PE), onde as noites dos finais de semana em Porto de Galinhas, regadas à caninha de maracujá, eram aventuras que acabavam em roda de violão na beira do mar, chute nas galinhas feitas de coqueiro, roubo de travesseiros das turistas que acabavam de chegar à cidade, ligações a cobrar pra sogra, choro para afogar a magoa da gaia e por fim, muita paquera e azaração. Durante a semana a calmaria de Serrambi com praia vazia de manhã, vôlei de tarde e vinho de noite com um grupo de meninas semelhante ao nosso que conhecemos na praia. Uma delas era a Dani de Brasília.

 


Essa música é a cara de Dani!

 

A Dani era um charme, magrinha dos peitão, super bronzeada, bem meiga e ao mesmo tempo sensual, soltava conversas suaves no ar que me faziam ter as piores intenções imaginando o que ela realmente queria dizer, tinha um piercing no nariz e outro no umbigo, um par de tatuagens em locais estratégicos, biquínis do tamanho ideal, nem composto demais nem de menos e uma correntinha prata sempre na cintura… Ela me tirava de sério! A gente ficou pela primeira vez um dia antes de eu receber, de graça, um mega par de chifres. Quando minha ex-namorada me ligou informando que estava arrependida mas tinha me presenteado, o meu mundo caiu! Este foi o dia em que três movimentos definiram boa parte do meu estilo de vida, foram eles:

 

1. Não esperava receber uma gaia, por mais pilantra que fosse eu inocentemente pensava que jogava sozinho. Entendi que não estou só no mundo e o mais importante: “É tudo putaaaa! (hehehe)”. Basicamente comecei a esquecer os sentimentos e ser mais racional nas minhas ações.

 

2. Quando cheguei a Serrambi e resolvi abrir o jogo com os amigos, um deles me deu o pior conselho que um ser humano do sexo masculino poderia dar:

“Barrozo, eu sei que ela fez besteira, mas pense bem, ontem mesmo você a traiu, acho que você é a melhor pessoa para entender o que ela fez. Inclusive, acho que depois de tudo que você fez com ela, ela merece uma chance!”

E eu aceitei o conselho… Resolvi continuar o namoro e aprendi da pior maneira que o que começa errado, termina mais errado ainda!

 

3. Logo depois fui à praia pensar e vi Dani no mar me chamando. Eu mal conseguia raciocinar, virei um zumbi e entrei de roupa e tudo no mar. Dani me perguntou:

- O que você tem? Entrou de roupa e tudo no mar!

- Nada demais, minha linda, só estava morrendo de vontade de te dar um beijo e ficar bem juntinho de você. – recebi um abraço apertado e carinhoso e me tornei o ficante mais carinhoso e romântico do mundo, naquele momento esqueci tudo que estava passando. E foi ai que eu aprendi outra coisa importantíssima: Você pode ser o que quiser, escolha o personagem e encante as pessoas.

Devolva meus 50 conto!

Lembrei de uma história que se passou em Buenos Aires, quando viajei com um grupo de 7 amigos para passar 20 dias na cidade argentina. No quinto dia de viajem, um dos amigos que moram na capital falou que teria que buscar duas amigas gaúchas que faziam faculdade na Argentina e estavam voltando das férias no Brasil. Quem fosse teria a preferência de dar em cima, mas teria que rachar o táxi, que daria em torno de cem pesos (cinqüenta pra cada),

 

Ninguém estava muito disposto a pagar para fazer um favor, mas meu amigo me confessou reservadamente que eram duas gatas. Não confiei muito, achei que ele apenas estava tentando me convencer para ter com quem dividir os cem, mas resolvi arriscar, afinal o câmbio era bastante favorável!

 

Esperamos bastante, mas valeu a pena, para minha surpresa chegaram duas deusas, ele já tinha um rolo com a Nicole, a loira que lhe beijo no primeiro momento, me restou a Sabrina, uma morena dos olhos azuis como nunca vi no Hellcife onde moro. Agradeci com olhares ao meu amigo. Chegamos em casa perto das 23hrs, os demais já tinham ido para night, trocamos de roupa para sair e encontrar com o resto, e esperando os pombinhos matarem a saudade consegui beijar a Nicole.

 

Na boate os brothers ficaram “de cara”. Cansei de ouvi: “Putaqueopario, que 50 conto bem pago!”, mas senti que Nicole olhava para o Franja, que é alto e fortão, um dos meus amigos que estava com uma peguete, ela tava querendo ele!

 

Continuo amanhã…

Nunca mexa com a garota de um hispano.

Passei 15 dias nos Estados Unidos, em março deste ano, desenvolvendo um projeto para uma multinacional brasileira. Aproveitei o tempo livre para me inscrever num mini-curso de Business English de uma semana de duração. Nesta escola de inglês haviam estudantes de vários níveis e nacionalidades. E percebi que uma espana sempre me olhava nos intervalos, porém ela estava sempre acompanhada de um rapaz, também hispano que parecia ser seu namorado.

 

No terceiro dia de aula, não agüentando mais as investidas visuais da bela latina, e aproveitando a oportunamente, resolvi investir quando o “namorado” estava ausente. Se chamava Carmen, havia chegado à alguns meses de El Savador, o péssimo inglês me forçou a ter que falar espanhol, que tenho alguma fluência devido a viagens pela América do Sul. Ela realmente estava interessada na conversa, me concedia total brecha, disse que os brasileiros à deixavam louca e que eram os mais ricos (gostosos) do mundo, mas sempre olhava para o lado das salas, acho que à espreita do suposto companheiro.

 

Percebendo a situação, convidei-a para um canto menos movimentado, para que ela não se preocupasse tanto com o namorado e continuamos a trocar intimidades e ela pediu meu telefone, foi exatamente no momento em que entregava o meu cartão que o namorado chegou de surpresa olhando com cara feia. Tentei despistar falei algo do tipo: “Ahh, olha aqui a empresa que eu trabalho…”, mas não funcionou muito bem, eles trocaram palavras rápidas e saíram. Voltei à lanchonete do curso, que estava vazia, e novamente de surpresa o latino me apareceu dizendo: “If you talk again with my girl I kick your ass!” naquele “clandestino style” de falar, e saiu… Provavelmente a menina falou algo que não devia.

 

No fim da aula, contei toda a resenha para um amigo da empresa que fazia o curso comigo e ele ficou indignado, ele é daqueles mais esquentados que perde a cabeça fácil. Entramos no carro, e quando íamos sair da vaga, o especialista em chegadas fulminantes apareceu novamente, estava em um carro (importado, kkkk) com a namorada, olhou pra mim e apontou, como quem passa a mensagem: “Estou de olho em você”, e seguiu dirigindo. Meu amigo ficou muito puto, e foi atrás do hispano, encostou do lado e gritou em inglês: “Você está louco? Você sabe o que é DOR?”, foi o suficiente para o hispano descer do carro e vim em minha direção, não tive tempo de descer do carro e ele acabou me acertando um tapa na orelha! Segurei a mão dele e ele tentava me bater com a outra. Nesta hora meu amigo arrancou o carro e acabei derrubando o filhote de índio usando roupa de macaco! Pedi pro meu amigo ir embora, não fazia sentido ficar brigando num estacionamento americano, e os EMOS não acham isso bonitinho.

 

Na quinta-feira não pude ir pra aula pois estava em uma fase importante para conclusão do projeto, e queria passar mais um final de semana na Philadelphia. Mas meu colega avistou o casal, sem maiores confusões. Já na sexta-feira, fui para última aula e não vi nenhum hispano no local!

 

Moral da história: Hispano não assiste aula nas sextas-feiras. (???)